Monitoria na Escola Bíblica Dominical

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Monitoria é uma atividade de ensino e aprendizagem de caráter cooperativo entre professores e alunos, que estimula a iniciação docente, que geralmente acontece em cursos de graduação, porém se faz presente também no Ensino Médio e nos últimos anos do Fundamental de forma mais escassa. Entretanto, sua prática também é possível na Escola Bíblica Dominical.

O monitor é aquele aluno, que sob a orientação e supervisão de um professor, tem a possibilidade de vivenciar atividades didáticas e práticas sobre o conteúdo, executando atribuições auxiliares junto ao mestre, proporcionando-lhe experiência de formação em curso.

Jesus escolheu 12 pessoas, os discípulos, para que na vivência com Ele aprendessem sobre os valores do Reino e enfrentassem situações diversas, para que pudessem pregar com poder e sinais, como se lê: “E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios” (Marcos 3:13-15).
O apóstolo Paulo treinou em serviço o jovem Timóteo e quando precisou de um cooperador, enviou-o, pois estava preparado, capacitado e com experiência para o trabalho. “E espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei Timóteo… Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai” (Fp 2. 19a e 22).

Observamos, nestes versículos citados acima, apenas dois exemplos da Bíblia sobre treinamento em serviço, através da observação, prática e cooperação, sob a orientação do mentor, com o objetivo de adquirir experiência para a realização de um trabalho futuro, adquirindo habilidades por meio de uma ação formativa.

E na Escola Bíblica Dominical, quais as possibilidades de haver esta prática?
Partindo do princípio de que há necessidade de novos professores para o ensino cristão, a monitoria pode ser uma forma de iniciação à docência, proporcionando familiaridade do monitor com planejamento de aula, pesquisa sobre o conteúdo, escolha de métodos e execução de outras atividades correlatas ao processo de ensino e aprendizagem de forma conjunta com o professor.

Para o exercício da monitoria, os candidatos podem se apresentar de forma voluntária ou por escolha dos professores. Para isto, é recomendável que os professores tenham um olhar atento sobre aqueles alunos da EBD, que demonstram iniciativa para falar diante dos colegas, que trazem uma informação sobre o tema da lição, que apresentam assiduidade, pontualidade, interesse, responsabilidade e que tenham espírito colaborativo, pois eles, com estas características, podem ser monitores e certamente bons professores.

Abrir este espaço no contexto de EBD, para a monitoria, traz benefícios para a descoberta de professores, tendo em vista esta atividade possibilitar a apropriação de habilidades didáticas, formando um futuro professor com experiência nas atividades colaborativas de aprendizagem, capacitando-se para o ensino cristão na Escola Dominical. A Palavra de Deus adverte: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Tm 2.15).

Outro ponto importante, para a existência da monitoria na EBD, tratar-se de não pegar alguém de surpresa quando designado para assumir uma classe, trazendo-lhe desconforto, preocupação, insegurança e até medo para assumir a função por falta de preparo de como ministrar uma aula. Havendo alunos monitores, a superintendência tem maior possibilidade de escolha dos docentes com experiência no ensino.

As atividades do aluno monitor devem ser concentradas no sentido de auxiliar nas práticas pedagógicas da EBD. O monitor não será um substituto do docente, pois suas ações devem ser executadas na presença do professor. Quando o docente precisar faltar a EBD, deve manter contato com outro professor para que ministre a aula, não deixando a aula a cargo do monitor.

Mas, vejamos alguns exemplos de como o aluno monitor pode cooperar nas aulas da EBD: 
– Expor uma parte da lição.
– Acrescentar uma informação importante sobre o tema.
– Auxiliar nas atividades práticas com os alunos, como nos trabalhos de grupo, execução de dinâmicas etc.

Após a aula, em um encontro específico, o professor deve conversar com o monitor sobre sua atuação na aula, para que os pontos positivos sejam ressaltados e os negativos minimizados, sugerindo e orientando como proceder, evitando assim repetição de falhas.
O tempo de aprendizagem do aluno como monitor pode variar de pessoa para pessoa, pois dependerá do desenvolvimento individual de habilidades, do desempenho e da maturidade nesta formação em serviço. Além disso, é importante que haja orientação e incentivo para participação em treinamentos, congressos, seminários de EBD, como também a realização de leituras de livros, revistas, textos de conteúdo pedagógico para que o aluno monitor se aproprie de informações sobre o processo de ensino e aprendizagem e da educação cristã.
Portanto, a implantação de um programa de monitoria na EBD traz pontos positivos para a formação em serviço a aspirante de professor na EBD. Para que haja sucesso, nesta atividade, a receptividade da ideia pelos professores é fundamental, além de que devem estar disponíveis para realizar o acompanhamento do aluno a contento. O aluno-monitor deve também se esforçar e ser estimulado a exercer suas ações com vista ao exercício da docência na EBD.

Que tal pensar sobre isto e colocar em prática a monitoria na EBD?

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

O PERIGO DAS OBRAS DA CARNE – Leitura Semanal

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Leitura Semanal:

  1. O perigo da prostituição, da impureza e da lascívia.

“Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, fornicação, impureza, lascívia.”   (Gálatas 5:19)

 

  1. O perigo da idolatria, das feitiçarias e das inimizades.

“Idolatria, feitiçaria, inimizades.”  (Gálatas 5:20)

 

  1. O perigo das contendas, das disputas e das iras.

“Porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias.”(Gálatas 5:20)

 

  1. O perigo da inveja, dos homicídios, das bebedices e das glutonarias.

“Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.”   (Gálatas 5:21)

 

  1. O perigo fatal das obras da carne.

“E coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus.” (Gálatas 5:21)

 

  1. Como vencer as obras da carne.

“Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne.”

(Gálatas 5:16)

FRUTO DO ESPÍRITO: ALEGRIA E A PAZ

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CONSIDERAÇÕES SOBRE O FRUTO DO ESPÍRITO NAS PALAVRAS, EM SEPARADOS.

ALEGRIA

A alegria Fruto do Espírito não é circunstancial, quando tudo vai bem, não é aquela provocada pelo humorismo, reveladas em risos e gargalhadas.  Algumas pessoas  estão sempre rindo. O Sanguíneo está sempre rindo, mas isto não quer dizer que ele  tenha alegria, Fruto do Espírito. A alegria Fruto do Espírito é divino. Pode ser completa  – João 16:24; pode transbordar – Atos 13:52; existe no meio da tribulação – II Coríntios  8:2; existe mesmo na perda dos bens terrenos – Hebreus 10:34; existe no meio do sofrimento – Colossenses – 1:24; deve ser continua  – I Tessalonicenses 5:16. A Alegria  Fruto do Espírito não se alegra com a desgraça, mas se alegra no meio da desgraça. A alegria que só existe quando tudo vai bem, não é o Fruto do Espírito. Porque tantos crentes não conseguem ter em suas vidas esta alegria? Porque há pecados em suas  vidas. Má leitura, certas brincadeiras e gracejos, polemicas, discussões, são pecados que  atrapalham a alegria na vida do crente.

A PAZ

Paz é o estado tranquilo da alma  que tem certeza de sua salvação por Cristo, e assim nada teme da parte de Deus, vivendo contente  com sua condição neste mundo, seja ela  boa ou não. A paz envolve ordem, segurança, felicidade, isenção de ódios ou estragos no  interior do indivíduo. A Paz  Fruto do Espírito não depende da estabilidade econômica, conjugal, profissional ou social. As perturbações externas não podem abalá-la. Muitos crentes colocam  a culpa nos outros, ou nas circunstâncias  da vida, por não terem paz. Paulo disse que a paz de Deus excede todo o entendimento, isto é, Ela é incompreensível. Para o homem sem Cristo, e mesmo para o crente carnal, esta paz, a paz de Deus, é um absurdo, sem lógica, impossível. De fato, não podemos  entender certos fatos ligados à paz. Como pode um homem ser insultado, não responder aos insultos? Como pode um  ser prejudicado e não revidar? Como pode alguém ficar quieto diante de tantas provocações? Há uma grande diferença entre o homem que tem a paz Fruto do Espírito,  e um outro covarde, medroso e interesseiro e bajulador; muitas vezes este segundo homem não responde a um insulto, não por que não desejasse,  mas sim porque tem medo, porque é covarde, porque é lucrativo ficar quieto. Ele não responde, mas o seu  interior está fervendo. O homem que tem a paz de Deus, não responde ao insulto e continua com o seu interior tranquilo, feliz, sem nenhuma reação agressiva. A paz de Deus tem três lados. Tenho paz com Deus – Romanos 5:1; tenho paz comigo mesmo  – João 14:27; tenho paz com meu próximo. Esta paz evita o nervosismo, as explosões de ira, o desespero, a angústia, o crente  pode ter esta paz no meio de uma família incrédula, cheia de problemas; no meio de uma derrocada financeira; no meio de pessoas  excessivamente nervosas; no meio de fogo. As desculpas dos crentes: “Não aguento mais”, “Não sou capacho” ; não tenho sangue de barata”; “tenho que me desabafar”; “Não  sou palhaço”; e outras muitas, não procedem. Ter paz quando tudo vai bem não é vantagem. Até o incrédulo tem paz assim. O crente que tem paz é provado no meio das dificuldade as vezes ter que suportar um vizinho pirracento, as vezes a própria família, quem dirige automóvel suportar um transito engarrafado enfrentando motoristas loucos, mal educados, etc.,  sem perder a calma, sem explodir exteriormente e mantendo tranquilidade no seu interior, então ele tem paz.

Fonte: Apostila “Fruto do Espírito” – Pr. Joel Dias de Oliveira.

 

 

FRUTO DO ESPÍRITO: AMOR

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CONSIDERAÇÕES SOBRE O FRUTO DO ESPÍRITO NAS PALAVRAS, EM SEPARADOS.

 I. O AMOR

Amor seria o nome do Fruto do Espírito, e as oito outras palavras usadas por Paulo, seriam manifestações do Amor. Deus criou o homem á sua imagem e semelhança. Uma das semelhanças do homem com Deus, é que o homem  tem  capacidade para amar. Entretanto, com a entrada do pecado na vida da humanidade, a corrupção foi total.  Até mesmo está capacidade para amar, que homem tem, ficou corrompida. Temos amor materno, amor  paterno, amor fraterno, amor filial, amor pátrio, etc. Por causa da corrupção da capacidade de amor do homem, foram criados novo termos, para expressá-lo. Temos a super mãe– amor vertido proteção excessiva  e prejudicial; Egoísmo – amor excessivo por si mesmo; avareza – amor ao dinheiro; paixão – amor materialista; passional – amor que mata o ente amado, etc.

O amor Fruto do Espírito, não é o amor natural do homem; este amor todos os homens têm, salvos ou perdidos. O amor do Espírito, só os salvos  têm, e mesmo assim, não todos, pois Paulo chama de crentes carnais os crentes que não produzem o Fruto  do Espírito.

O Amor Fruto do Espírito, é Divino, vem de Deus. Paulo diz que o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo – Romanos 5:5. O Amor de Deus excede todo entendimento Efésios 3:19; Estranho – I João 3:1; Sem hipocrisia – Romanos 12:9; Não pratica o mal– Romanos 13:10; Deve ser intenso – I Pedro 4:8; Que é alicerce – Efésios 3:17; Mútuo – II Tessalonicenses 1:3;Estimulados – Hebreus 10:24; Suporte – Efésios  4:2 Que deve ser aumentado – Filipenses 1:9; Motivado – I Coríntios 16:14;  Que deve  ser seguido –  I Coríntios14:1. O Amor Fruto do Espírito não despreza o homem preto, nem o pobre, nem o ignorante, nem o mau, nem o de outra religião ou denominação.  

Fonte: Apostila “Fruto do Espírito” – Pr. Joel Dias de Oliveira.

Escolhendo os professores para a Escola Bíblica Dominical

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Texto Pedagógico.

Geralmente, os professores da Escola Bíblica Dominical(EBD) são escolhidos por se destacarem na igreja quanto ao exemplo na conduta cristã e no conhecimento bíblico.

Estes dois critérios citados acima são muito importantes, mas outros itens precisam ser analisados para a escolha de professores para a EBD. O conjunto de todos eles, ao serem observados pela superintendência ou diretoria, revela cuidado e atenção para uma boa escolha dos docentes para exercitar o ensino da Palavra de Deus na maior escola bíblica do mundo.

Os critérios que devem ser observados são necessários para os que serão escolhidos e também para aqueles que já estão na atividade docente na educação cristã, a saber:

– Ter convicção de sua salvação: O professor deve ter certeza de sua salvação através de Jesus, apresentando evidências de uma nova criatura, com uma vida cristã ativa e frutífera, conforme João 15.5: “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto”.
– Ser crente fiel: A fidelidade a Deus e a Sua palavra deve ser de extremo cuidado no cotidiano do professor e também quando está ensinando. O cuidado com a interpretação bíblica deve ser um fator a ser considerado, pois ensinar o conteúdo sem desvios é algo que deve ser buscado com afinco, para não emitir erros doutrinários.
– Ter chamado para o ensino: O professor deve ser chamado para o ensino. Ensinar não é uma tarefa fácil de realizar, mas quando há o chamado, mesmo diante das dificuldades que podem levá-lo a desanimar, ele vai prosseguir. “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo”(Efésios 4:11,12).
– Ser dedicado: Um dos fatores importantíssimos para a atividade docente na EBD é a dedicação quanto ao estudo das lições e ao atendimento aos alunos nas suas dúvidas e perguntas, como também no relacionamento interpessoal. A Palavra de Deus nos adverte: “…se é ensinar, haja dedicação ao ensino”(Romanos 12:7).
– Gostar de aprender: O professor deve estar em constante busca de informação para melhorar seu aprendizado. Ele deve ser estudioso da Palavra de Deus, da lição bíblica, buscando fontes diferentes para aprimorar o conhecimento que vai trabalhar com os alunos na classe. Dessa forma, vai se sentir confiante para ensinar e ter capacidade de argumentação diante de alguma pergunta.
– Estar preparado: A preparação do professor abrange vários aspectos, a saber: a nível espiritual, teológico, pedagógico e secular. Ter uma vida de oração e comunhão, conhecimento bíblico, informações de como planejar uma aula, com metodologia diversificada e ter conhecimento secular são itens que não podem faltar na vida daquele professor que deseja alcançar a excelência no ensino. A Bíblia orienta: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
– Ser Sociável: O professor da EBD deve ser comunicativo, pois como poderá ensinar se ele ficar fechado em si mesmo, sem conversar com seus alunos e interagir com os demais colegas? O professor deve ter habilidade para escutar o aluno nos seus questionamentos, tirando suas dúvidas e nunca desprezar o que o aluno fala. A sociabilidade é um fator que deve ser observado, pois há professores que não se comunicam com seus alunos, consideram que estão a frente de uma sala apenas para ensinar sem ter qualquer vínculo com eles.
– Ter criatividade: O professor da EBD precisa ser criativo para poder ensinar de forma que os alunos aprendam mesmo diante da estrutura na qual as Escolas Dominicais se realizam. Daí, a importância da iniciativa por parte do professor para buscar alternativas que possibilitem melhoria do processo de ensino e aprendizagem, utilizando métodos e recursos didáticos variados para que haja melhor retenção do que está ensinado.

O professor não nasce pronto, isto é, ele se faz, se refaz, se inventa e reinventa no caminho que está trilhando. Ao ser chamado para o ensino na EBD, ele precisa ser orientado como pode proceder diante da classe, da escolha da metodologia que vai utilizar nas aulas e da importância do domínio dos conteúdos.

Afirmo isto para que os critérios adotados para a convocação do novo professor não tenham apenas o foco na qualidade espiritual, mas que ele seja formado no aspecto pedagógico e no aspecto integrador, mostrando-lhe a importância deles no exercício da atividade docente. Para que assim ocorra, a igreja deve investir na capacitação dos mestres, oportunizando momentos de orientação para que haja melhor condução do ensino na Escola Bíblica Dominical.

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

FRUTO DO ESPÍRITO – SUBSÍDIO TEOLÓGICO

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FRUTO DO ESPIRITO 

GALATAS 5:16-26

INTRODUÇÃO   

                                Em João 15, Jesus disse que Ele á Videira Verdadeira; que nós somos os ramos; que temos que estar limpos; que não  podemos produzir fruto por nós mesmos;  que temos de produzir muitos frutos, e produzir fruto que permanece. O texto fala de uma árvore, dos  seus ramos e do seu fruto. Em Romanos 11: 16-24, Paulo falou também em  uma árvore, a Oliveira;  fala que nós éramos da oliveira brava, enxertados na Oliveira. Por vários  textos da escritura, entendemos  que o Espírito Santo que nos  coloca em Cristo. Sendo assim, Cristo é a árvore, nós somos os ramos, e o Espírito Santo nos enxerta na árvore. Paulo falou em Gálatas 5:22 em Fruto do Espírito. Pelo Espírito Santo recebemos a seiva (poder)  da árvore e produzimos o fruto. Da mesma forma que um laranjeira plantada em  boa terra deve produzir laranjas, o crente também deve produzir o fruto do Espírito. Quando a laranjeira não produz ficamos preocupados. Pode ser que a terra esteja pobre; que precise fertilizante; quem sabe precise pesticida, de insecticida; talvez deva ser podada; mas infelizmente, pode ser que precise ser arrancada e queimada. Nós nos preocupamos  com uma laranjeira que não produz, mas não nos preocupamos com os crentes que não produzem o Fruto do Espírito. Quando o crente não produz, algo está  errado, algo deve ser feito, todo crente não deveria ficar tranquilo enquanto não produzisse o Fruto do Espírito. Através do nosso estudo vamos examinar o Fruto  do Espírito. Há nove palavras para o Fruto do Espírito, examinaremos todas em conjunto, para depois examinarmos uma de cada vez. CONSIDERAÇÕES SOBRE O FRUTO DO ESPÍRITO NO CONJUNTO DE PALAVRAS  CONTRASTE ENTRE AS OBRAS DA CARNE E O FRUTO  DO ESPÍRITO. Paulo apresenta 15 obras da carne, para depois falar no Fruto do Espírito. A carne aqui é a natureza pecaminosa do homem. Das 15 obras da carne, Cinco  – são pecados que o homem comete contra o seu corpo – Prostituição, impureza, lascívia, bebedice, e  glutonaria;  Dois –  contra o seu próprio Espírito e contra Deus – Idolatria e feitiçaria; Oito – contra o seu próximo – Inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, , facções e invejas.

As obras da carne são naturais do homem sem Cristo, o Fruto do Espírito é natural do homem salvo; seria uma aberração um homem sem Cristo não produzir as obras da carne. Também é uma aberração o crente não produzir o Fruto do Espírito.As obras da carne causam problemas para o próprio homem, e impede o seu bom relacionamento com Deus e com seu próximo. Enquanto que o Fruto do Espírito faz o homem feliz consigo  mesmo, com seu Deus  e com seu  próximo. UM FRUTO COM OITO ASPECTOS. Paulo usou o termo  fruto no singular, indicando um fruto. Toda árvore produz um fruto somente. Apesar de Paulo ter usado o termo singular, usou nove palavras para falar sobre o Fruto do Espírito. Entendemos que o fruto sejaAMOR, e os outros oitos termos, seriam maneiras de o  amor se manifestar. As nove palavras usadas  por Paulo para falar do Fruto do Espírito são: Amoralegriapazlonganimidadebenignidade,fidelidademansidãobomdade e domínio próprio. Destas nove palavras, ou  maneiras de o amor se  manifestar,a alegriamansidão e o domínio próprio, estão  diretamente ligadas  ao próprio indivíduo com Deus; benignidade, a longanimidade e a bondade, estão ligando o indivíduo diretamente  ao seu próximo; o amor,  a paz e a fidelidade, aspectos que ligam o próprio indivíduo diretamente a Deus, estão indiretamente  ligados a si mesmo e ao seu próximo, pois Eu Amo a Deus, a mim mesmo e ao meu próximo, tenho paz com Deus, comigo mesmo e com o meu próximo, sou  Fiel a Deus, a mim mesmo e a meu próximo; os três aspectos diretamente ligados ao próprio indivíduo, estão indirectamente  ligados ao meu próximo, pois quando  sou alegre, a minha alegria contamina os que me cercam, a minha mansidão me impede de explodir contra o meu próximo, e o meu domínio próprio me impede de explorar o meu próximo. O Espírito Santo  nos capacita para produzirmos o Fruto do Espírito, a fim de  que as obras da carne não se manifestem em nossa  vida.   O  que não é Fruto do Espírito? A produção do Fruto do Espírito na vida do crente não depende das  circunstâncias. Não de  situações psicológicas  favoráveis. Não depende de boas relações sociais com a família, parentes e amigos. Não depende de  uma boa  situação financeira. De vez em quando encontramos crentes se desculpando que não podem ter alegria com as circunstâncias tão adversas, com os muitos problemas da vida. Algumas chegam a dizer que não são de ferro para  suportar tantos embates, ou que vivem num inferno. Em João 16:33 Cristo falou em termos, paz no meio das aflições. Paulo e Silas,  em Atos 16, estavam presos, com os pés também  presos ao tronco,  depois de  haverem apanhado, oravam  e cantavam louvores a Deus.  Eles  tinham paz e estavam alegres. Deus não  se limita a circunstâncias o Espírito Santo age independentemente, havendo ou não condições favoráveis. O Fruto do Espírito não tem nada a ver com as qualidades naturais que temos. Sabemos que há quatro tipos  fundamentais de temperamentos: Benignidade – amor beneficiente; Bondade – amor caracterizante; Fidelidade – amor dignificante:  Mansidão – amor canalizante; Domínio próprio – amor auto-governante.(ver livro): “Temperamento  controlado pelo Espírito”,  Sanguíneo, Colérico, Melancólico e Fleumático. Cada um deles tem qualidades naturais,  que os menos avisados confundem com o Fruto do Espírito. O Sanguíneo  é alegre, amoroso, serviçal e terno,  por natureza, o Colérico  é auto-controlado, o Melancólico  é  Fiel, o Fleumático é calmo e pacífico.  No entanto. O Fruto do Espírito é muito mais importante do que as qualidades naturais. A produção  do Fruto do Espírito é muito mais importante do que as qualidades naturais.  A produção do Fruto de Espírito impede as manifestações negativas e canaliza  as  positivas. O Sanguíneo é alegre, mas também explosivo. Se ele produz o Fruto do Espírito,  continua  alegre, passa a ter a alegria do fruto e deixa de ser explosivo. Não  podemos  de modo nenhum, confundir as qualidades naturais do  temperamento com o Fruto do Espírito. O Fruto  do Espírito não é uma qualidade simulada, aparente. Muitas vezes o indivíduo, movido  pelas necessidades, interesses, age de forma não condizente com a realidade do seu interior. Alguém, por medo, pode se mostrar amável, cortes, alegre. O medo, os interesses, a vergonha, as pressões, podem levar uma pessoa a apresentar ou simular qualidades que não tem. Esta situação, além de não ser o fruto do Espírito, é um grave pecado, chamado covardia ou hipocrisia. O que realmente é o fruto do Espírito? É a carteira de identidade do verdadeiro crente em Cristo, fiel, maduro, que realmente agrada a Deus, do crente  que é uma benção, que é luz do mundo, que é sal da terra,  que é o bom perfume de Cristo. O Fruto do Espírito é um Estado Espiritual Divino, interior  e constante na vida do crente, não é possível que alguém produza o fruto do Espírito  hoje, e amanhã deixe de produzi-lo. Da mesma forma que laranjeira produz naturalmente laranjas, também o crente o Fruto do Espírito. É uma aberração quando uma laranjeira em condições favoráveis não produz laranjas. Também é uma  aberração quando o crente não produz o Fruto do  Espírito.  Quão bom seria se cada crente considerasse como algo naturallógico e perfeitamente possível, que todo crente produzisse o Fruto do Espírito. Infelizmente a maioria nem sabe o que é o  Fruto do Espírito. O Fruto do Espírito é uma situação sem par na vida do crente. Uma situação de tanta felicidade, que nem é possível entender, nem o próprio crente que produz o fruto do Espírito entende sua própria felicidade. O crente carnal, aquele  que não produz o Fruto do Espírito, é o homem sem Cristo, não entendem de modo nenhum a maneira de agir do crente que produz o Fruto do Espírito. O grande evangelista Moody, do século passado, expressou-se sobre o Fruto do Espírito, assim: Alegria é o amor firmando caracter; Fidelidade é o amor que valoriza a verdade, mansidão é o amor em controle próprio; Domínio próprio é o amor governando impulsos do sexo, paixões e apetites,  conservando-os na moderação e na moral. A conclusão do Fruto do Espírito é o amor, assim Expressado: Alegria – amor exultante; Paz – amor repousante; Longanimidade – amor paciente;  O Fruto do Espírito é o amor expressado em I Corintios 13. Se examinarmos as nove palavras usadas por Paulo em Gálatas 5: 22,23, para falar do Fruto do Espírito e o capítulo 13 de I Coríntios, chegaremos a um perfeito entrelaçamento entre ambos.

Fruto do Espírito.

DE: Pr.Joel Dias de Oliveira

Fonte: Apostila de Teologia

AS OBRAS DA CARNE EO FRUTO DO ESPÍRITO – Apresentação do 1º Trimestre de 2017

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O currículo de Escola Dominical CPAD é um aprendizado que acompanha toda a família. A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus. Neste 1º trimestre de 2017, estudaremos: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito Como o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente

Comentário: Osiel Gomes

Sumário:
Lição 1 – As Obras da Carne e o Fruto do Espírito
Lição 2 – O Propósito do Fruto do Espírito
Lição 3 – O Perigo das Obras da Carne
Lição 4 – Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito da Velha Natureza
Lição 5 – Paz de Deus: Antídoto contra as Inimizades
Lição 6 – Paciência: Evitando as Dissensões
Lição 7 – Benignidade: um Escudo Protetor contra as Porfias
Lição 8 – A Bondade que Confere Vida
Lição 9 – Fidelidade, Firmes na Fé
Lição 10 – Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas
Lição 11 – Vivendo de Forma Moderada
Lição 12 – Quem Ama Cumpre plenamente a Lei Divina
Lição 13 – Uma Vida de Frutificação

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