DINÂMICA: BUMERANGUE – Lição 05

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Dinâmica: Bumerangue

Objetivos:
Refletir sobre as consequências de nossas atitudes.
Enfatizar o princípio da semeadura e da colheita.

Material:
01 bumerangue(pode ser feito de vários materiais)
01 cesta pequena com sementes variadas.
01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.

Procedimento:
– Leiam Gl 6.7 “… tudo o que o homem semear, isso também ceifará”.
– Falem: Este é o princípio da semeadura e da colheita.
– Perguntem o que os alunos entendem sobre isto.
Aguardem as respostas.
– Depois, apresentem um bumerangue e perguntem como funciona.
Aguardem as respostas.
Espera-se que falem que o bumerangue é um objeto de arremesso e que ao ser lançado, volta à mão daquele que o arremessou.
– Falem: A lei da semeadura é como um bumerangue, você vai ter de volta, vai sentir as consequências daquilo que falou e praticou.
– Perguntem: Que tipo de sementes estamos semeado? O que estamos colhendo?
– Distribuam 01 copo descartável pequeno(tipo cafezinho) para cada aluno.
– Passem para os alunos a cesta com as sementes e solicitem para que eles retirem no máximo 05 unidades diferentes e coloque-as no copo.
– Depois, orientem para que os alunos falem sobre as ações, representadas pelas sementes, que eles desejam cultivar em suas vidas para que tenha êxito no seu relacionamento com Deus e com o próximo.
– Agora, repitam a leitura de Gl 6. 7.
– Reflitam ainda: Já imaginou a quantidade do que vocês podem receber de volta daquilo que estão plantando?
– Leiam II Co 9.6 “…O que semeia pouco, pouco também ceifará; o que semeia em abundância em abundância também ceifará.”
– Analisem ainda que há sementes que germinam com facilidade, mas há outras que precisam de cuidados especiais para que brotem.
Depois façam uma relação disto com as sementes que estamos cultivando, quais delas necessitam de maiores cuidados e tentativas para produzir frutos.
– Para finalizar, leiam Gl 5.22.

Por Sulamita Macedo.

 

Texto Pedagógico

Método de Perguntas e Respostas

O Método de Perguntas e Respostas consiste em lançar uma pergunta para os ouvintes, de forma que promova nos alunos um momento de reflexão para emitir suas respostas. Neste método é requerida uma pergunta bem elaborada, evitando assim respostas factuais e que conduzam a resposta com sim, não, não sei, talvez etc.
A utilização deste método nas aulas da EBD pode ser tanto no início, no meio ou final da aula, dependendo então do momento, que o professor desejar, previamente pensado na execução do planejamento.
A pergunta pode ser emitida, para turma, oralmente ou apresentada por escrito; depois de sua apresentação, aguarde um pouco de tempo e comece a anotar as respostas no quadro ou cartolina. Caso as respostas não apareçam de imediato, provoquem os alunos para que eles falem.

As vantagens de sua utilização podem ser observadas, pois com sua inserção na aula, o professor está oportunizando a participação do aluno na aula, além de conhecer o que o aluno sabe sobre o tema.
Quanto às desvantagens, podem ser citadas:
– O aluno não conhecer o tema e não emitir resposta;
– Outro que emite a resposta e ter vergonha de estar errada e temer que pode acontecer atitudes inadequadas dos colegas devido a resposta dele – isto deve ser corrigido pelo professor, para que todos possam ter coragem de falar e saber que vai ser respeitado;
– Despreparo do professor em aceitar todas as respostas e depois não saber como extrair delas elementos para a análise final.
Não descarte nenhuma resposta, mesmo que esteja errada, incompleta ou não fazer sentido ao que foi perguntado. Todas as respostas devem ser observadas, pois ao ser lançada a pergunta, as respostas aparecerão.
Depois, é importante analisar todas as respostas, apresentando os argumentos bíblicos para o desfecho da análise. Dessa forma, o aluno perceberá que o professor “aproveitou” suas ideias, não deixando-as de lado e, certamente, em outras ocasiões continuará a querer participar, ao invés de se fechar, se o professor fizer de conta que não escutou uma resposta ou não dando atenção ao aluno pela emissão de algo errado ou descabido ou porque o professor não cortou de imediato as ações de pouco caso dos colegas etc.
Jesus utilizou-se de várias formas de ensinar, dentre eles o de Perguntas e Respostas. As perguntas lançadas por Jesus objetivavam levantar questionamentos, fazendo o ouvinte pensar, instigando à dúvida, proporcionando-lhe um novo aprendizado.
“Pois qual é mais fácil? Dizer: Perdoados te são os teus pecados ou dizer: Levante-te e anda?“ Mt 9.5
“O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me.” Mc 11.30
“… Quem dizem os homens ser o Filho do homem?” Mt 16.13.
Que tal seguir o exemplo do Mestre dos mestres? Utilize o método de perguntas e respostas nas aulas da EBD, ele fica muito bem nas aulas expositivas! Observe as orientações deste texto e faça bom proveito!

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

As consequências das escolhas precipitadas – Subsídio Teológico CPAD

licao-05-iv-2016
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As consequências das escolhas precipitadas

4° Trimestre de 2016

capanovaeditadaadultos

INTRODUÇÃO
I – O CUIDADO COM AS ESCOLHAS
II – LÓ É ATRAÍDO POR AQUILO QUE VÊ
III – LÓ, UM CASO DE PROSPERIDADE E PERDAS
CONCLUSÃO

O livre-arbítrio é um presente de Deus ao ser humano, pois este foi criado de maneira autônoma, de modo que Deus jamais permitiria um ser humano autômato. Entretanto, aqui está a maior tensão da principal criação de Deus. Embora dotado de livre-arbítrio, um dom de Deus, o ser humano fez e continua a fazer o mau uso daquilo que deveria ser para a glória de Deus. As Escrituras Sagradas dão testemunhos de várias personagens bíblicas que fizeram más escolhas e boas escolhas. As más escolhas geralmente foram tomadas num contexto de precipitação ou extraordinária pressão.

Lembra-se da decisão equivocada de Abraão, que por influência da sua mulher, Sara, resolveu deitar-se com Agar e fez com que ela concebesse um filho chamado Ismael? Se o nosso pai da fé soubesse o problema que a decisão acarretaria à sua família, certamente não decidiria assim. Entretanto, qual era o contexto de Abraão? Um homem avançado em idade, onde sua mulher também era avançada em idade e não tinha nenhum filho herdeiro para assumir sua herança. Quando temos a consciência de que a vida está passando e findando, naturalmente lembramo-nos dos herdeiros que deixaremos, ou de quem administrará a nossa herança. Mas Deus havia feito uma promessa de que Ele daria um filho fruto do casamento entre Abraão e Sara. Crer no improvável é uma prova, uma resistência de fé. Num primeiro momento, ambos falharam na perseverança da fé e optaram por tomar a pior decisão.

Devemos aprender com as Escrituras que qualquer decisão importante que tomarmos, não devemos fazê-la debaixo de pressão ou precipitadamente. A precipitação é um grande mal que deve ser evitado sempre. Quando nos precipitamos não raciocinamos, não prestamos atenção ao bom senso, não andamos por fé, mas apenas por vista. Quem tem a mente de Cristo deve sempre manter os pés no chão, pedir orientação a Deus e aguardar o calor dos acontecimentos passarem. Fácil?! Não, não é uma tarefa fácil, mas sem dúvida trata-se de uma atitude responsável e madura que leva em conta o fator global da circunstância e não somente parte dela, nem prioriza o fator emocional do acontecimento.

Mostrar aos nossos alunos o perigo de tomar uma decisão precipitada é o objetivo central desta lição. Para isso, use exemplo da própria vida ou outros vários que a bíblia dispõe e enriqueça a sua aula para conscientizar o seu aluno sobre ter esse cuidado importantíssimo com a vida. Boa aula!

 Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 68 – outubro/novembro/dezembro de 2016

Site CPAD – Sala do Professor – Subsídio.

A provisão de Deus no Monte do sacrifício – Subsídio Teológico

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A provisão de Deus no Monte do sacrifício

4° Trimestre de 2016

capanovaeditadaadultos

INTRODUÇÃO
I – FÉ PARA SUBIR O MONTE DO SACRIFÍCIO
II – PROVAÇÃO NO MONTE DO SACRIFÍCIO
III – JESUS, O CORDEIRO DE DEUS NO MONTE DO SACRIFÍCIO
CONCLUSÃO

Um pai cheio de amor pelo seu filho sobe ao monte Moriá para entregá-lo a fim de obedecer a Deus. Isaque era o filho da velhice de Abraão e de Sara. Foi uma promessa feita por Deus quando eles não podiam gerar filhos. Mas num belo dia, Deus o pediu de volta. Entregá-lo a Deus significava sacrificar literalmente a vida do pequenino filho de Abraão. É claro que Deus nunca aceitou sacrifícios onde o ser humano era a vítima. É bom lembrar de que quando Deus deu a ordem a Abraão para entregar o seu filho não havia nenhum sistema de lei, nenhum código de preceitos promulgado por Moisés no livro do Êxodo.

A relação de Abraão com o Eterno era face a face, ele e Deus somente. De modo que o sacrifício imposto por Deus a Abraão era para prová-lo, como Jesus Cristo foi provado na tentação do deserto. De antemão, Deus estava provendo um cordeiro para tomar o lugar de Isaque. A história de Abraão torna-se uma metáfora em que Deus proveu o Santo Cordeiro para a humanidade inteira. O Pai entregou o seu único Filho em favor do ser humano caído. Foi a grande reconciliação entre Deus e o ser humano: “Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derribando a parede de separação que estava no meio, na sua carne, desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e, pela cruz, reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades” (Ef 2.13-16).

Deus proveu o seu Filho como verdadeiro Cordeiro para nos reconciliar com Ele mesmo, sem imputar os nossos pecados e lançá-los em nosso rosto (2 Co 5.19). A maior necessidade que havia no coração humano, Deus a preencheu quando enviou o seu único Filho para morrer na Cruz em nosso lugar. A doutrina bíblica da Expiação de Cristo humilha por inteiro qualquer esforço do ser humano para salvar-se. Só Deus poderia suprir essa necessidade humana. Só o Pai poderia promover meios de não mais sermos achados perdidos, condenados e mortos para sempre. Por isso, Cristo chama todos os homens ao Arrependimento, pois a Expiação de Cristo só tem eficácia para o ser humano que se arrepende e crê no Filho de Deus. Cristo Jesus é a maior provisão de Deus para o problema do pecado do ser humano!

 Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 68 – outubro/novembro/dezembro de 2016

DINÂMICA: PAPEL AMASSADO – Lição 04 – A provisão de Deus no Monte do Sacrifício.

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Dinâmica: Papel Amassado

Lição 04 – A provisão de Deus no Monte do Sacrifício.

Objetivos:
Demonstrar que as experiências de vida nos deixam marcas.
Reconhecer a soberania de Deus em nossas vidas.

Material:
01 folha de papel ofício para cada aluno.

Procedimento:
– Distribuam 01 folha de papel ofício para cada aluno.
– Peçam para que os alunos amassem bastante a folha de papel.
– Solicitem para que abram a folha, desamassando-a o máximo que puderem.
– Agora, perguntem:
Como ficou a folha? Com certeza vão responder que embora tentando desamassá-la não conseguiram tirar as marcas dela.
– Então, falem:
O oleiro trabalha a massa, amassando-a para prepará-la para fazer o objeto que projetou. As situações de vida que passamos também nos deixam marcas, tal qual o que aconteceu com a folha de papel amassada. Mas, lembremo-nos de que estamos nas mãos do oleiro, que sabe o que está fazendo.
Dinâmica adaptada por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Como utilizar filmes nas aulas da EBD
Luz, Câmera e Ação!

            O uso das tecnologias em sala de aula, como suporte pedagógico, vem sendo inserido há algum tempo no meio educacional, pois é considerado um elemento coadjuvante do processo de ensino e aprendizagem. O filme é uma dessas tecnologias, que agregam valor ao que está sendo estudado, pois atrai a atenção, desperta o interesse, aumenta a retenção, vários sentidos estão sendo utilizados, como a audição e visão.
Para sua utilização de forma satisfatória é importante observar alguns pontos relevantes:
Local apropriado: O ideal é uma sala ou outro ambiente fechado para exibição do filme, para que haja maior concentração dos alunos e não ocorram interferências de som. Observe se há problemas com a luminosidade, pois a claridade excessiva pode dificultar a visão do filme de forma satisfatória.
Equipamento disponível: É importante o agendamento prévio do equipamento, em caso de uso coletivo. Se for utilizar TV, observe se o tamanho da tela é adequado para que todos vejam. Fique atento também para a altura do som, confirmem se todos estão escutando.
Pessoa habilitada para montar os equipamentos: É recomendável que alguém que saiba como organizar esta parte esteja disponível para tal fim, para que não haja maiores imprevistos na instalação e/ou colocar equipamento para funcionar.
Tempo de instalação dos equipamentos: Os equipamentos devem ser instalados e testados antes do horário da aula, para que não ocorra perda do tempo da aula ou execução do plano B.
Plano B: Tenha sempre um plano B quando for utilizar um equipamento eletrônico, pois pode ocorrer falta de energia, o equipamento pode dar problema ou até mesmo esquecimento do filme em casa etc. No plano B, você deve pensar como continuar a aula sem a exibição do filme. Dessa forma, você não improvisará, nem ficará sem saber o que fazer.
Escolher filmes adequados: A escolha adequada do filme é um dos fatores importantes para que ocorra uma aula deste tipo com sucesso, para tanto,  observe:  relação com o tema a ser estudado, filme compatível com a idade da turma, linguagem utilizada. Se o filme apresentar algumas ideias contrárias a Palavra de Deus, aproveite para analisar com os alunos como refutar tal ideia a luz da Bíblia.
Fazer uma explicação prévia do filme antes da exibição e do que deseja que os alunos realizem: Uma breve explicação sobre o filme situa o aluno no contexto da aula e do enredo. É interessante pedir aos alunos para anotar alguns pontos, durante a exibição, para discussão posterior, e dessa forma  os alunos ficam mais concentrados no filme.
Filmes longos são inadequados: Para o uso nas aulas da EBD, tendo em vista ter apenas 1 hora de duração em média, é bom escolher filmes de curta duração ou em caso de filmes longos, escolher algumas partes mais interessantes para exibi-las, que sejam mais significativos para ilustrar o tema.
Assistir ao filme antes de exibi-lo para os alunos: O professor precisa ter uma visão geral sobre o filme, mesmo que tenha sido recomendado por outro colega, observando a inadequação de imagens, linguagem e coerência com o tema, para determinados tipos de classes.
Utilizar o filme com objetivo pedagógico: O filme não deve ser usado para preencher o tempo ou porque professor não se preparou para a aula. Pelo contrário, a utilização do filme requer cuidado no planejamento, pois é necessário que haja discussão e reflexão sobre o que foi exibido com relação ao tema da aula.
Há várias possibilidades para utilizar filmes nas aulas da Escola Bíblica Dominical:
– Exibir o filme para iniciar um estudo, um debate ou ilustrar um tema.
– Pode ser usado de uma só vez, caso a minutagem do filme seja adequada ao tempo de aula. Em caso de filmes longos, escolher algumas partes mais interessantes para exibi-las.
– Exibir o filme por partes, com paradas para discussão, promovendo a participação do aluno.
– Repetir a exibição de trechos do filme para enfatizar pontos mais relevantes.
Como a exibição de um filme requer o uso da visão e da audição, há uma recomendação a ser observada quanto à presença de alunos com necessidades especiais, no caso dos deficientes auditivos(surdos) e dos deficientes visuais(cegos), para que eles sejam incluídos no processo da aula.
– Com alunos surdos na sala, o ideal é escolher filmes legendados, se ele for alfabetizado na segunda língua(Português). Se for alfabetizado em Libras(primeira língua), é interessante a presença de um intérprete. Mesmo que o surdo seja oralizado, fazer uso da leitura labial no filme é quase impossível, pois os atores não falam de frente para o ouvinte e de forma pausada.
– Com a presença de alunos cegos ou de baixa visão, fazer um resumo oral ou em Braille do que vai ser exibido, detalhando imagens mais importantes de forma que ele entenda.
A utilização do filme nas aulas da Escola Bíblica Dominical pode ser considerada como uma ferramenta coadjuvante para o processo de ensino e aprendizagem. É uma das formas de transformar uma aula puramente unilateral, onde somente o professor fala e os alunos escutam, em um momento interativo, prazeroso e reflexivo.

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

Abraão, a Esperança do Pai da Fé – Subsídio Teológico Lição 03

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Abraão, a esperança do Pai da fé

4° Trimestre de 2016

capanovaeditadaadultos

INTRODUÇÃO
I – A CHAMADA DE DEUS (Gn 12.1-3)
II – A PROVISÃO DE DEUS
III – AS PROMESSAS DE DEUS NA VIDA DE ABRAÃO
CONCLUSÃO

Gênesis capítulo 12 narra a gênese da história da nação de Israel por intermédio da vida do patriarca Abraão. Seu pai, Tera, o chefe do clã da família de Abraão estabelecida em Ur dos Cadeus, tomou a Abrão, L???? e ????arai para sair daquela terra a fim de ir à Canaã (11.31). Em Harã, uma importante cidade comercial da Síria, Tera morreu. Mas ali, Abrão recebeu uma palavra de Deus o exortando a sair de Harã e a prosseguir o caminho de seu pai para o lugar que o Senhor lhe mostraria, Canaã.

Assim, o patriarca prontamente obedeceu a voz de Deus e tomou o seu sobrinho Ló, sua mulher, Sarai e todas as pessoas acrescidas à sua família em Harã e partiu para Canaã. Agora, Abraão seria um peregrino até chegar à terra que o Senhor havia prometido lhe dar. Assumir o clã familiar por causa da morte de seu pai, reunir toda a família e tomar a decisão de continuar a jornada para uma terra completamente desconhecida, não era uma das tarefas mais fáceis. Quantas crises Abraão não enfrentou?! Inimigos vários, por exemplo.

Afastamento de seu sobrinho para evitar uma crise maior entre os dois grupos???? negociações políticas e comerciais para garantir a paz e o que havia conquistado mediante o seu esforço; tristeza na caminhada ao sepultar a sua amada esposa. Foi a partir desses muitos enfrentamentos com a realidade da vida que a fé de Abraão foi forjada e fortalecida. O apóstolo Paulo nos diz que “creu Abraão em Deus e isso lhe foi imputado como justiça” (Rm 4.3). A fé do patriarca foi agigantada na sua relação com o Pai e, por isso,tudo lhe ocorreu como resultado da iniciativa de o nosso pai na fé crer na promessa de Deus.

As promessas foram muitas: “Far-te-ei uma grande nação e abençoar-te-ei”; “Engrandecerei o teu nome”; “Em ti serão benditas todas as famílias da terra”. E todas foram poderosamente cumpridas. De Abraão, Deus formou uma grande nação e a abençoou, engrandeceu o nome dele e abençoou todas as famílias da terra, pois a salvação em dos judeus, Jesus Cristo (Jo 4.22). Entretanto, o escritor aos Hebreus nos lembra algo mui significativo na vida de fé de Abraão:Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra” (11.13). Em uma sociedade tão imediatista como a nossa, faz todo sentido saber que o pai da fé Abraão não viu as principais promessas se cumprindo em sua vida peregrina pela terra.

 Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 68 – outubro/novembro/dezembro de 2016

http://licoesbiblicas.com.br/index.php/2014-11-13-19-35-17/subsidios/lb-adultos/444-03-10-2016

A Provisão de Deus em Tempos Difíceis – Subsídio Teológico

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A Provisão de Deus em tempos difíceis

4° Trimestre de 2016

INTRODUÇÃO
I – PROVISÃO DIVINA EM UM MUNDO CAÓTICO
II – UM MUNDO CAÓTICO
III – CARATERÍSTICAS DO MUNDO ATUAL
CONCLUSÃO

A Palavra de Deus mostra que o sistema de vida do mundo é corrupto, materialista e se encontra completamente desvirtuado da vontade de Deus, que pode ser conhecida por intermédio da vida e obra de Jesus Cristo. O apóstolo João caracteriza esse mundo como um grande sistema de vida regido pela “concupiscência da carne”, isto é, todos os desejos possíveis e impossíveis que a natureza humana e carnal impulsiona; pela “concupiscência dos olhos”, quando os olhos físicos apenas desejam aquilo que satisfaça física e materialmente o ser humano; a soberba da vida, quando o acúmulo de bens materiais torna-se o sentido de toda a existência (1 Jo. 2.16).  Todas essas características confirmam a natureza caída do ser humano pecador.

Entretanto, o ap????stolo afirma no versículo 17 que o mundo passa, bem como a sua concupiscência, mas quem faz a vontade do Pai permanece para sempre. Ou seja, quem tem a mente e o coração voltados para Deus, possui o Espírito de Cristo e não se deixa escravizar pela concupiscência da carne, dos olhos e da soberba da vida. Não é mais escravo da carne, mas servo disponível para fazer a vontade de Deus para sempre. A realidade caótica desse mundo prova o quanto a Bíblia, a Palavra de Deus, tem razão em descrever a malignidade e a perversidade em que se encontra o mundo moderno. Um mundo, onde não há a valorização da vida, onde pessoas preferem defender o Meio Ambiente (que é uma defesa legítima e urgente), a crianças indefesas (liberação do aborto); onde uma sociedade esmaga a espiritualidade interior, pois seus anseios são voltados para o interesse gélido do homem moderno (uma sociedade antropocêntrica); onde tudo se relativiza, os absolutos do ponto de vista moral e éticos são ignorados em nome de uma suposta pluralidade, mesmo que esta seja perversa e maligna em sua legitimidade; onde uma sociedade é secularizada, pois obriga o homem de fé a vivê-la enclausurado em sua vida particular (tolera-se a fé enquanto ela não incomode).

Mas é nesse mundo de crise e caótico que somos desafiados a viver o Evangelho e caminhar em provisão da parte de Deus. Nosso Senhor, no Sermão do Monte, nos convida a sermos “sal da terra” e “luz do mundo”, um candeeiro que ilumina toda uma região obscurecida por densas trevas. A trilharmos um caminho onde Deus proverá tudo o que for necessário para a nossa sobrevivência tanto do ponto de vista humano quanto do ponto de vista espiritual.

 Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 68 – outubro/novembro/dezembro de 2016. 

http://licoesbiblicas.com.br/index.php/2014-11-13-19-35-17/subsidios/lb-adultos/443-02-10-2016adultos

A Sobrevivência em Tempos de Crise

licao-01
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SUBSÍDIO TEOLÓGICO – CPAD.

4° Trimestre de 2016

INTRODUÇÃO
I – A CRISE COMO UMA REALIDADE
II – A CRISE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DO PECADO
III – A CRISE
CONCLUSÃO

Estamos vivendo tempos de crise! A Palavra de Deus relata várias vezes que esses tempos não seriam uma novidade para a Igreja de Cristo: “Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos” (2 Tm 3.1). Seriam tempos marcados pela avareza dos homens, presunção, soberba, blasfêmia, ingratidão, profanação, desobediência aos pais, calúnia, traição, obstinação. Um tempo onde o ser humano olhará mais para si mesmo do que para o outro. Entretanto,nas palavras de Jesus, que é espírito e vida, há uma exortação para nós: “Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz, no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo” (Jo 16.33).

Em Cristo, somos convidados a ter paz em meio à “guerra” e às demais lutas enfrentadas em nosso dia a dia. Por quê? Ora, as Escrituras Sagradas nos apresentam um Deus onisciente, isto é, que sabe de todas as coisas, que não é pego de surpresa e que em tudo conhece a nossa fragilidade e limitação. As Escrituras também nos mostram um Deus pessoal, que apesar de ser onipotente, transcendente, soberano e todo-poderoso, se aproxima do seu povo, pois “eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem o seu ouvido, agravado, para não poder ouvir” (Is 59.1).

A lição do presente trimestre traz uma proposta para o povo de Deus refletir a respeito de um Deus que provê. Aqui, há uma excelente oportunidade de nos reencontrarmos com um tema sempre presente ao longo da teologia prática da igreja pentecostal. Nossa mensagem sempre proclamou a intervenção de Deus na história. A proclamação pentecostal sempre afirmou que a obra redentora de Jesus Cristo na Cruz do Calvário, provê cura para o corpo humano em resposta à oração da fé. Nesse aspecto, por intermédio de Jesus Cristo, e mediante a oração da fé, Deus pode suprir as nossas necessidades temporais. Aqui, não se trata de confissão positiva ou de um processo apelativo da Teologia da Prosperidade, mas do exercício genuíno de fé em que se formos a Deus com sinceridade, Ele é poderoso para intervir na situação humana, a mais trágica de que se pode imaginar.

As grandes distorções e devaneios de alguns movimentos supostamente pentecostais, não podem tirar de nossa mente e coração a esperança de que o nosso Deus responde a oração mediante a fé e por intermédio do nome de Jesus Cristo. Portanto, desejamos um trimestre de bênçãos!

 Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 68 – outubro/novembro/dezembro de 2016. 

http://licoesbiblicas.com.br/index.php/2014-11-13-19-35-17/subsidios/lb-adultos/437-01-09-2016adutlos