AS OBRAS DA CARNE EO FRUTO DO ESPÍRITO – Apresentação do 1º Trimestre de 2017

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O currículo de Escola Dominical CPAD é um aprendizado que acompanha toda a família. A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus. Neste 1º trimestre de 2017, estudaremos: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito Como o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente

Comentário: Osiel Gomes

Sumário:
Lição 1 – As Obras da Carne e o Fruto do Espírito
Lição 2 – O Propósito do Fruto do Espírito
Lição 3 – O Perigo das Obras da Carne
Lição 4 – Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito da Velha Natureza
Lição 5 – Paz de Deus: Antídoto contra as Inimizades
Lição 6 – Paciência: Evitando as Dissensões
Lição 7 – Benignidade: um Escudo Protetor contra as Porfias
Lição 8 – A Bondade que Confere Vida
Lição 9 – Fidelidade, Firmes na Fé
Lição 10 – Mansidão: Torna o Crente Apto para Evitar Pelejas
Lição 11 – Vivendo de Forma Moderada
Lição 12 – Quem Ama Cumpre plenamente a Lei Divina
Lição 13 – Uma Vida de Frutificação

A FIDELIDADE DE DEUS – Lição 13 EBD/CPAD – Subsídio Teológico

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A FIDELIDADE DE DEUS

 Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou ins-truído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.12,13).

Os Sofrimentos de Paulo por amor a Jesus

Foi dito ao apóstolo Paulo que ele iria sofrer muito por amor a Jesus. O Senhor o usou de modo extraordinário como instrumento muito útil, Paulo sofreu muito por amor ao evangelho e por amor a Jesus; foi açoitado, preso, apedrejado, injuriado, contudo, continuou fiel ao Senhor, sempre fazendo a obra que o Senhor lhe tinha confiado, admoestando com lágrimas muitas vezes, sempre com amor, dedicação e fidelidade ao Senhor, o qual ele tanto amava.

Ele estudava constantemente a Palavra e era guiado pelo Espírito, e andava em Espírito, era perseguido entre gentios, nas cidades onde ele passava no deserto, no mar, também perseguido entre falsos irmãos. Onde ele passava muitos se convertiam, Igrejas eram abertas e Deus operava muitas maravilhas. Perseguido, ultrajado, difamado, controvertido, mas até os seus lenços curavam os enfermos.

AS AFLIÇÕES DA VIDA:

As pessoas podem perder o que têm, tal como aconteceu com Jó (Jó. 1.11-19), os próprios entes queridos (I Sm. 18.14), e a honra (Jó. 15.35). A doença é considerada uma das principais aflições na vida do crente (Pv. 18.14). A violência, desde a antiguidade, perturba o ser humano (Sl. 94.3-7; Is. 1.15-17). Atrelada a essa está a cultura do medo, que provoca pavor e pânico nas pessoas (Jó. 4.13,14). Em uma sociedade que privilegia o sucesso, as pessoas também têm medo do fracasso (Sl. 31.17; Is. 37.27). Diante das aflições o crente reage de formas diversas, alguns deles tentam fugir (I Rs. 19.3), gemem e choram (Sl. 79.11; Ez. 21.11). Como princípio, diante da aflição, o cristão tem em Jesus o exemplo maior (Is. 53). Mas as aflições dos antigos também inspira a fé dos cristãos (Mt. 5.12; At. 7.53; Hb. 11.35-38; Tg. 5.10). As aflições de um cristão têm caráter comunitário, pelo menos deveriam ter, se um sofre, todos deveriam sofrer juntos (I Co. 12.26).

O apóstolo Paulo escrevendo aos Romanos, diz: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”(Rm 8:38,39). A convicção firme e inabalável de Paulo é que nem a crise da morte, nem as desgraças da vida, nem poderes sobre-humanos, sejam eles bons ou maus(anjos, principados, potestades), nem o tempo(presente ou futuro), nem o espaço (alto ou profundo), nem criatura alguma, por mais que tente fazê-lo, poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor. Temos vida plena como a de Paulo nos momentos de aflições?

VIVENDO AS AFLIÇÕES DA VIDA

Depois de Jesus, uma das pessoas que mais experimentou aflições por amor a Cristo foi o apóstolo Paulo. Ouça-o: “…eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; em  açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um; três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias, muitas vezes, em fome e sede, em jejum, muitas vezes, em frio e nudez. Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas(2Co 11:23-28). Durante toda a sua dor e o seu sofrimento, Paulo podia dizer em triunfo: “Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós” (Rm8:18).

 A SALVAÇÃO OPERA O CONTENTAMENTO E A ALEGRIA (2.17,18)

O apóstolo Paulo reporta-se ao Antigo Testamento para mostrar aos filipenses como, a fim de servi-los, ele entregou sua vida: “ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé(v.17). O apóstolo está ciente das privações que impôs a si mesmo para edificar o Corpo de Cristo em Filipos. Ele, porém, se regozija e alegra-se pelo privilégio de servir aos filipenses. Em outras palavras, a essa altura, o sacrifício e os desgastes do apóstolo são superados pela alegria de contemplar, naquela comunidade, o fruto da sua vocação dada por Cristo Jesus: a salvação operada em sua vida também operou na dos filipenses.

A alegria do povo de Deus.

O apóstolo estimula os filipenses a celebrarem juntamente com ele esta tão grande salvação (Hb 2.3). O apelo de Paulo é contagiante: “regozijai-vos e alegrai-vos comigo por isto mesmo” (v.18). A alegria de Paulo é proveniente do fato de que uma vez que Jesus nos salvou mediante o seu sacrifício no Calvário, agora o Mestre nos chama para testemunharmos a verdade desta mesma salvação operada em nós (v.13). Portanto, alegremo-nos e regozijemo-nos nisto.

A PREOCUPAÇÃO DE PAULO COM A IGREJA

Paulo, um líder comprometido com o pastorado. O versículo do texto áureo revela o coração amoroso de Paulo que, apesar de encarcerado, ansiava por notícias dos irmãos na fé. O apóstolo temia que a igreja filipense ficasse exposta aos “lobos devoradores” que se aproveitam da vulnerabilidade e da fragilidade das “ovelhas” a fim de “devorá-las” (Mt 10.16; At 20.29). Paulo se preocupava com a segurança espiritual do rebanho de Filipos e esforçava-se ao máximo para atendê-lo.

O apóstolo apresenta dois obreiros especiais para auxiliar a igreja de Filipos. Primeiramente, Paulo envia Timóteo, dando testemunho de que ele era um obreiro qualificado para ouvir e atender às necessidades espirituais da igreja. Em seguida, o apóstolo valoriza um obreiro da própria igreja filipense, Epafrodito. Este gozava de total confiança de Paulo, pois preservava a pureza do Evangelho recebido. O apóstolo Paulo ainda destaca a integridade desses dois servos de Deus contra a avareza dos falsos obreiros (v.21). Estes são líderes que não zelam pela causa de Cristo, mas se dedicam apenas aos seus próprios interesses.

Paulo, um líder que amava a igreja.

Ao longo de toda a Carta aos Filipenses, percebemos que a relação do apóstolo Paulo para com esta igreja era estabelecida em amor. Não era uma relação comercial, pois o apóstolo não tratava a igreja como um negócio. Ele não era um gerente e muito menos um patrão. A melhor figura a que Paulo pode ser comparado em seu comportamento em relação à igreja é a de um pai que ama os seus filhos gerados na fé de Cristo. Todas as palavras do apóstolo — admoestações, exortações e deprecações — demonstram um profundo amor para com a igreja de Filipos.

EPAFRODITO, O AMOROSO

 “Achei necessário enviar-vos Epafrodito, meu irmão e cooperador, companheiro de lutas, a quem enviastes para me socorrer nas minhas necessidades; porque ele sentia sal-dades de todos vós e estava angustiado por saberdes que ele havia adoecido. (Filipenses 2.25,26).

Epafrodito, cujo nome significa “amoroso”, era um dos líderes da igreja de Filipos. Há quem diga que era um de seus pastores. Foi enviado a Roma ao encontro do apóstolo Paulo, para levar a este uma ajuda financeira dos filipenses, bem como para permanecer como seu companheiro, cuidando de suas necessidades, em nome daquela igreja.  É isso que se depreende do texto acima e do capítulo 4, onde Paulo o menciona novamente, e onde ficamos sabendo que a igreja de Filipos já ajudara o apóstolo em outras oportunidades.

O percurso de Filipos a Roma era longo, podendo levar semanas. Pela maneira como Paulo se expressa nos versículos 19 a 30, conclui-se que Epafrodito adoeceu não muito tempo depois de chegar a Roma. Paulo nos informa que a doença o levou à beira da morte, e que a notícia dessa enfermidade chegou a Filipos e deixou os irmãos dali muito preocupados. Entretanto, enquanto Epafrodito permanecia em Roma ministrando a Paulo, veio-lhe a informação de que os irmãos souberam do que lhe ocorrera, e agora ele foi quem se preocupou com os filipenses.

Paulo e os judaizantes

A verdadeira circuncisão (3:2-3). Alguns chegaram a filipos ensinando coisas que não faziam parte do evangelho de Cristo. Falaram que os irmãos precisavam se circuncidarem e cumprirem a Lei de Moisés. Paulo explica que a circuncisão verdadeira é do espírito, e não da carne (veja Colossenses 2:11-14). É Cristo quem circuncida nosso coração e espírito quando, pela fé obediente, somos batizados nele. A falsa circuncisão tem ligação com Abraão apenas pela descendência física, mas a verdadeira circuncisão são aqueles que têm a fé de Abraão (veja Gálatas 3:7-14,26-29).

Considerando tudo como perda (3:4-11). Paulo mostra a futilidade de confiar na carne, usando o exemplo da própria vida dele. Se alguém poderia ter confiado na carne, seria Paulo. As coisas que ele conseguiu fazer, como judeu, eram notáveis. Mas, para Paulo, nada disso importava. Ele não somente considerava todas essas coisas perda, mas até as chamou de refugo. Até as maiores coisas que um homem pode conseguir aqui nessa vida não são nada quando comparadas com “a sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus” (v. 8).

EXORTAÇÃO À ALEGRIA E FIRMEZA DA FÉ (4.1-3)

Crise  da falta de firmeza espiritual.

A alegria de Paulo. O primeiro versículo do capítulo 4 de Filipenses inicia-se com um “portanto”, justamente por ser continuação do capítulo 3, quando o apóstolo tratara do perigo dos “inimigos da cruz”. Aqui, Paulo diz que os crentes de Filipos são a sua “alegria e coroa” e aconselha-os a continuarem firmes no Senhor (v.1). A permanência dos filipenses em Cristo bastava para encher o coração do apóstolo de alegria. Por isso, ele manifestou o seu orgulho e os mais íntimos sentimentos de amor e carinho para com os irmãos de Filipos.

Crise da desarmonia.

A alegria nas relações fraternas. Nem tudo, porém, era maravilhoso e perfeito na igreja de Filipos. Ali, estava ocorrendo um grande problema de relacionamento entre duas importantes mulheres que cooperaram na implantação da igreja filipense: Evódia e Síntique (v.2). Esse problema estava perturbando a comunhão da igreja e expondo a saúde espiritual do rebanho.

A fim de resolver a questão, Paulo se dirige a um obreiro local (Timóteo ou Tito, não sabemos) que, com Clemente e os demais cooperadores, procuraria despertar e restabelecer o relacionamento harmônico e fraterno entre Evódia e Síntique. Como verdadeiro pastor, o apóstolo tratou as duas mulheres com o devido cuidado e respeito, pois as tinha em grande estima pelo fato de ambas terem contribuído muito para o seu apostolado.

A alegria de ter os nomes escritos no Livro da Vida. O versículo 3 demonstra algo muito precioso para o cristão: a alegria de ter o nome escrito no livro da vida. Paulo menciona tal certeza, objetivando reafirmar a felicidade e a glória de se pertencer exclusivamente ao Reino de Deus.

TRIBULAÇÕES E PESO DE GLÓRIA

Vencendo as crises.

Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos.(II Co 4:8)

Nesse momento existem milhares de pessoas ao redor do mundo passando por sofrimentos e lutas inimagináveis. Muitas vezes não entendemos por que certas coisas acontecem, por quê temos que enfrentar certas tribulações. Muitas pessoas ficam perplexas ao ler o Livro de Jó, porque ele, sendo um homem temente ao Senhor, fiel, bom, justo, íntegro, teve que passar por uma grande luta. E realmente, muitas vezes ficamos sem entender o porquê de tantas coisas que acontecem na nossa vida. Mas ao ler a palavra de Deus podemos ter uma certeza, a de que muitas vezes ficamos aflitos, mas não somos destruídos; algumas vezes ficamos em dúvida, mas nunca ficamos desesperados; às vezes ficamos gravemente feridos, mas não somos destruídos (II Co 4:8). Passamos por sofrimentos sim, mas o Pai é quem nos sustenta, ainda que às vezes não venhamos a senti-lo por perto, Ele está lá, Ele é aquele que faz com que tudo coopere para o nosso bem (Rm 8:28). Fomos chamados por Deus, para carregar uma cruz e fazer parte de uma guerra, mas o nosso exército já é mais que vencedor, porque a batalha decisiva Ele já venceu por nós. Ainda que venhamos a ter que enfrentar adversidades, não estamos desamparados, nem sozinhos, nosso sofrimento leve e momentâneo não se compara ao peso de glória que em nós está sendo gerado. Quando o apóstolo Paulo escreveu o versículo 17 de II Co 4, ele estava sendo perseguido por causa da pregação do evangelho, podendo ser morto a qualquer instante, sofrendo por amor a obra de Deus. Mas ele afirmou que aquela “pequena” e passageira aflição estava produzindo uma glória enorme e eterna, muito maior do que aquelas lutas que ele estava enfrentando. O alvo de Paulo era alcançar aquilo que era eterno e invisível, nada poderia tirar o seu enfoque (“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas. II Co 4:18). Deus permite que passemos por tribulações para que o nosso caráter venha a ser moldado por Ele.

CONCLUSÃO

As grandes lições da vida nós as aprendemos no vale da dor. O sofrimento é não apenas o caminho da glória, mas também o caminho da maturidade. O rei Davi afirmou: “Foi-me bom ter passado pela aflição, para que aprendesse os teus decretos” (Sl 119:71). O patriarca Jó disse que antes do sofrimento conhecia a Deus só de ouvir falar, mas por meio do sofrimento seus olhos puderam contemplar o Senhor (Jó 42:5).

Em nossa jornada rumo à Formosa Jerusalém, jamais haverá ausência de conflitos. Portanto, devemos saber conviver com eles, sabendo que Jesus está conosco no barco, o que significa que jamais seremos abandonados. Qualquer tempestade, não importando a sua origem ou a sua magnitude, não pode resistir ao poder e à autoridade do Filho do Deus vivo que criou todas as coisas e as tem sob o seu controle. Você precisa estar cônscio dessa realidade. Deve ter convicção de que serve a um Senhor bom, maravilhoso, que o ama, que é todo-poderoso e que detém o controle de tudo. Ele prometeu estar conosco sempre, até a consumação dos séculos; por toda a eternidade, e é fiel para cumprir isto. Lembre-se, todas as coisas contribuem para o bem de quem ama a Deus (Rm 8:28).//

Pr. Adaylton Conceição de Almeida (Th.B.;Th.M.;Th.D.)

Assembleia de Deus Ministério do Belém em Santos – São Paulo.

Email: adayl.alm@hotmail.com

Facebook: adayl manancial

BIBLIOGRAFIA

  • Francisco A Barbosa  – Vida plena as aflições
  • Mauricioberwald – Carta aos Filipenses
  • Sylvio Macri – Epafrodito, o amoroso
  • Carl Ballard – O Livro de Filipenses
  • Silvio Dutra – Prazer Nas Aflições

FONTE: POINTRHEMA – http://www.pointrhema.com.br/

 

Dinâmica: Combati o bom combate – Lição 13: A Fidelidade de Deus

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Dinâmica: Combati o bom combate

Objetivos:

Refletir sobre a transformação na vida de Saulo de Tarso, após a conversão.

Enfatizar o exemplo do apóstolo Paulo na divulgação do Evangelho.

Material:

01 folha de papel ofício

01 pincel atômico

01 folha de papel ofício para cada aluno

Procedimento:

– Apresentem uma folha de papel ofício limpa e sem marcas.

– Falem: Esta folha vai representar Saulo de Tarso antes de sua conversão(neste momento escrevam o nome “Saulo” em um lado da folha). Ele fazia um tremendo “barulho”(mexam a folha para lá e para cá), pois perseguia os cristãos.

– Falem: Mas, ele teve um encontro com Deus(agora do mesmo lado da folha onde tem o nome desenhem uma cruz). A vida de Saulo mudou radicalmente e passou a se chamar Paulo(escrevam do outro lado da folha a palavra “Paulo”.

– Falem: A vida de Paulo passou a ter marcas da cruz de Cristo. De perseguidor passou a ser perseguido por causa da proclamação do evangelho.

– Leiam 2 Coríntios 11:24-27(à medida que a leitura foi efetuada, vocês vão amassando a folha de papel ofício):

“Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um.

Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;

Em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;

Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez”.

Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; 2 Timóteo 4:17

– Falem: Estas foram as marcas que Paulo sofreu ao levar a mensagem de salvação.

– Leiam: “Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem”(II Timóteo 4:17).

– Falem: Ele já no final da vida e preso em Roma, ao escrever para Timóteo, afirmou:

“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé”(II Timóteo 4: 7).

Ele tinha consciência de que estava perto de morrer, mas sabia do dever cumprido e que apesar das dificuldades e sofrimentos guardou a fé.

– Entreguem 01 folha para cada aluno, peçam para que cada um escreva o nome dele ou dela na folha.

– Falem: A proclamação do evangelho chegou até você, transformando sua vida( peçam para que desenhem uma cruz).

Que marcas você tem por causa do evangelho?

Você já sofreu algum tipo de perseguição por causa do evangelho?

Para os alunos que responderam afirmativamente, peçam que relatem apenas uma situação e neste momento o aluno vai amassando o papel.

– Ao final, os alunos devem dizer: Estou combatendo o bom combate, ainda não acabei a carreira, estou guardando a fé, apesar das dificuldades.

Ideia original do papel amassado desconhecida.

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

Adequação da Linguagem na EBD

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ADEQUAÇÃO DA LINGUAGEM NA EBD

Texto Pedagógico

Adequação da linguagem é a habilidade que o usuário da língua se apropria para adaptar a fala de acordo com o contexto, o local, o assunto e o tipo de ouvinte.

O cuidado com a compreensão daquilo que é transmitido é um ponto importante para que a comunicação na Escola Bíblica Dominical aconteça de forma satisfatória.

Na classe da EBD há uma diversidade enorme entre os alunos quanto à formação escolar, podendo ter um analfabeto, outro que lê com dificuldade e outros que tiveram oportunidade de progredir nos estudos, chegando até ao curso superior ou de pós-graduação. Diante dessa situação, o professor deve utilizar uma linguagem que seja compreensiva a todos os alunos.

Na Bíblia, encontramos exemplos de alguns personagens, que ao serem chamados para uma função, tiveram a preocupação quando a forma de se comunicar. Vejamos:

“Então disse Moisés ao Senhor: Ah, meu Senhor! eu não sou homem eloquente, nem de ontem nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca e pesado de língua”(Êxodo 4:10).

“Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino”(Jeremias 1:6).

Moisés e Jeremias ao serem chamados para o ministério, um como líder e o outro como profeta, revelaram cuidado quanto à comunicação. O professor de EBD também deve apresentar esse cuidado ao transmitir o conteúdo da lição para seus alunos.

            É recomendável que o professor ao ensinar utilize vocabulário simples. Ao expressar alguma palavra menos usual, imediatamente fale outra mais comum de mesmo significado para que todos entendam a mensagem que está sendo transmitida.

            Caso o professor não considere importante fazer a adequação da linguagem, a comunicação não vai ocorrer de forma satisfatória, pois haverá elementos não conhecidos ou não entendidos na fala do transmissor(o professor) que vão afetar o entendimento do que está sendo falado. Os alunos não vão ter tempo para consultar o dicionário e buscar o significado das palavras menos conhecidas utilizadas pelo professor, então cabe ao docente adequar sua linguagem para que todos compreendam.

            Nas lições bíblicas e no texto bíblico aparecem algumas palavras pouco conhecidas e por se tratar de um estudo previamente escrito, os significados dessas palavras devem explanados para a classe para que haja melhor entendimento do assunto.

O ideal é utilizar vocabulário que comunique, isto é, adaptar a fala ao tipo de ouvinte e a situação. O apóstolo Paulo nos dá um exemplo de adequação situacional quanto a sua forma de atuação:

“E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei. Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns”(1 Coríntios 9:20-22).

O professor da EBD tem como exemplo o apóstolo Paulo que para salvar alguns se adequou a uma situação já descrita acima. E os professores que através do ensino estão formando Cristo na vida de seus alunos, o que podem e devem fazer?

Observem o exemplo do apóstolo Paulo ao apresentar a pregação da mensagem salvífica para os coríntios:

“E eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não fui com sublimidade de palavras ou de sabedoria. Porque nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E eu estive convosco em fraqueza, e em temor, e em grande tremor. E a minha palavra, e a minha pregação, não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder; para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus”(1 Coríntios 2:1-5 – grifo nosso).

Adequar a linguagem para a situação comunicativa de sala de aula é uma atitude sábia por parte do professor da Escola Bíblica Dominical.

Por Sulamita Macedo.

Site/blog “Atitude de Aprendiz”

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

Lição 12: Sabedoria divina para a tomada de decisões – Dinâmica: Quer Sabedoria?

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Dinâmica: Quer Sabedoria?

Objetivo: Iniciar o estudo sobre a sabedoria que vem do alto.

Material: 01 caixa
Nome SABEDORIA digitado. Envelopes pequenos(quantidade depende do número de alunos). Papel pequeno com o versículo de Tg 3. 17 digitado(01 para cada envelope):
*01 pincel atômico ou um marcador para quadro branco,
*01 cartolina ou um quadro branco.

Organizar o material da seguinte forma: Colar o nome SABEDORIA fora da caixa, que fique bem visível. Colocar o versículo de Tg 3.17 dentro de cada envelope. Colocar os envelopes dentro da caixa.

Procedimento:
– Comecem lendo I Reis 3. 9 a 12:
“A teu servo, pois, dá um coração entendido para julgar a teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; porque quem poderia julgar a este teu tão grande povo?
E esta palavra pareceu boa aos olhos do Senhor, de que Salomão pedisse isso.
E disse-lhe Deus: Porquanto pediste isso, e não pediste para ti muitos dias, nem pediste para ti riquezas, nem pediste a vida de teus inimigos; mas pediste para ti entendimento, para discernires o que é justo;
Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará”.
– Falem: Já conhecemos a história de Salomão quanto a um pedido dele a Deus. Mas o que ele pediu? O que ele recebeu?
Aguardem as respostas.
– Em seguida, peguem a caixa com o nome “Sabedoria”, entreguem para um aluno. Peçam para que ele fique em pé diante da turma.
– Depois, peçam para outro aluno ler Tg 1.5: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada”.
– Quando o aluno estiver lendo a parte do versículo “…peça a Deus…”, apontem para o aluno que está com a caixa.
Aguardem que os alunos peçam sabedoria, o aluno que está com caixa deve distribuir “sabedoria” apenas para quem pediu. Se ninguém percebeu que deve pedir, o versículo deve ser lido novamente, até que pelo menos alguns peçam.
– Falem: Salomão fez um pedido sábio, vocês também!
– Depois, os alunos devem abrir o envelope e ler seu conteúdo:
“Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. Tiago 3:17
– Depois, escrevam no quadro as 08 características da sabedoria que Deus nos concede. Vocês devem escrever à medida que os alunos citarem cada uma delas.
– Para finalizar, falem: É sobre esta sabedoria que vamos estudar na aula de hoje.

Sugestão para a conclusão do 4º trimestre/2016: Roda de conversa
Organizar os alunos em círculo, se possível.
Fazer uma pequena retrospectiva do Deus de toda provisão na vida dos personagens estudados nas lições.
Pedir para os alunos falarem como Deus tem sido o provedor em suas vidas e na família.

Por Sulamita Macedo – Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

SUBSÍDIO TEOLÓGICO – CPAD

No livro de Provérbios 7.4 está escrito: “Dize à Sabedoria: Tu és minha irmã; e à prudência chama tua parenta”. Podemos dizer que o livro dos Provérbios é a obra da sabedoria do povo de Deus da Antiga Aliança. É um livro tão importante para o dia a dia da vida que lê-lo uma vez por mês torna-se imperioso, pois um capítulo por mês de Provérbios é o convite para passar o ano todo refletindo sobre a sabedoria do povo de Deus e, direcionado pelo Espírito Santo, viver a verdade da Palavra nos momentos mais críticos da existência.

No momento de crise não adianta pensar em fazer grandes e novas experiências para livrar-se dela. O mais inteligente é olhar para trás e aprender com os antigos aquilo que eles fizeram e aprendermos com eles para resolvermos a crise de uma vez e, posteriormente, aperfeiçoarmos o que precisa ser aperfeiçoado e desenvolvido.

O livro de Provérbios está nesse contexto, ele nos ensina um conselho que pode e deve ser aplicado ao longo da vida, seja em qualquer época ou em qualquer circunstância: “O temor do SENHOR é o princípio da ciência; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (1.7), Ora, quem despreza a sabedoria ou o bom conselho ou a boa instrução, a Bíblia o chama de louco. Sim, é louco por que como pode uma pessoa não tomar algumas ações com o sucesso mais do que comprovado a pretexto de parecer antiquado?

Não. Sabedoria não é conhecimento. O possível ser uma pessoa profundamente culta, cheias de graduações, mestrados, doutorados e ser completamente tola, displicente e imatura. O contrário também é verdadeiro: é possível uma pessoa analfabeta ser essencialmente sábia, prudente e madura para toda boa obra. Porque a sabedoria não é uma virtude teórica a ser provada num laboratório de ciência, mas uma virtude que acontece e se constrói na prática da vida diária.

Nesses dias difíceis precisamos mais da sabedoria do alto. A epístola de Tiago nos convida a pedir ao Senhor: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada” (Tg 1.5). Tiago ainda nos lembra que essa sabedoria se demonstra nas seguintes atitudes: bom tratamento, obras em mansidão de sabedoria, pureza, pacifismo, moderação, sentimento de misericórdia, bons frutos, imparcialidade e transparência. Peçamos a Deus que nos preencha com a sabedoria do alto neste tempo de crise.

Subsídio da Revista Ensinador Cristão escrito por Marcelo Oliveira de Oliveira

 

A Importância do Professor da EBD para a Igreja

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Texto Pedagógico – A importância do professor da EBD para a Igreja


1 – Escola Bíblica Dominical.

A EBD é o departamento mais importante da igreja, pois é a agência de ensino da Palavra de Deus. Concernente a isto, o pastor Antonio Gilberto afirma: “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”(pag.115).
A Escola Dominical é o espaço da Igreja no qual as crianças, os adolescentes, os jovens, os adultos, os da Terceira Idade têm oportunidade de aprender a Palavra de Deus.
Estamos vivendo uma época de tempos trabalhosos e o ensino bíblico precisa ser intensificado e realizado de forma criteriosa e com metodologia adequada para que o conhecimento da Palavra não seja sufocado pelos falsos ensinos e os crentes cresçam espiritualmente, permanecendo firmes. Além de promover o crescimento, a Escola Dominical também se destina ao discipulado e aperfeiçoamento.
Para tanto, é importante a observância do livro texto da EBD, a Bíblia, com o objetivo de que o ensino seja pautado nas Sagradas Escrituras. A revista da EBD traz o tema do trimestre organizado em 13 lições, extraídas e embasadas na Bíblia, apresentando o conteúdo de forma sistematizada.

2 – A importância do ministério do ensino para a Igreja.
O dom de ensinar foi mencionado pelo apóstolo Paulo: “De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino”(Romanos 12. 6,7 – grifo nosso).
Na carta de Paulo à igreja de Éfeso, há uma menção quanto aos objetivos dos apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e doutores(aqueles que ensinam): “E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores, querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo; até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente”(Efésios 4:11-14 – grifo nosso).
O ensino produz maturidade cristã para os crentes, pois estão alicerçados na Palavra de Deus, sendo, pois, aperfeiçoados e deixando de ser “meninos inconstantes”.O conteúdo a ser ensinado não deve ser apenas informativo, teórico, mas, sobretudo, um conhecimento que gere modificação no comportamento da vida cristã. Para tanto, é importante que o professor contextualize o assunto da aula com a vida do aluno, sendo assim a aprendizagem será mais significativa.

3 – A importância do professor de EBD para a Igreja.
O professor tem papel fundamental no processo de ensino e aprendizagem da Palavra de Deus. É ele que promove o ensino e estimula os sentidos dos alunos para aprender, através de métodos e recursos variados.
O professor deve ser vocacionado para o ensino. Ensinar não é uma tarefa fácil de realizar, mas quando há o chamado, mesmo diante das dificuldades que podem levar o docente a desanimar, ele vai prosseguir.
A importância do papel do professor no ensino é elevadíssima, pois através do que é transmitido é que os alunos vão praticar cotidianamente, tornando uma igreja forte, com membros espiritualmente maduros.
Para que a função docente seja exitosa, é necessário que:
– O professor esteja preparado:
A preparação do professor abrange vários aspectos, a saber: a nível espiritual, teológico, pedagógico e secular. Ter uma vida de oração e comunhão, conhecimento bíblico, informações de como planejar uma aula, com metodologia diversificada e ter conhecimento secular são itens que não podem faltar na vida daquele professor que deseja alcançar a excelência no ensino.
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”(II Timóteo 2:15).
Enfatizo a importância do preparo pedagógico, para que você possa compartilhar de forma adequada os conhecimentos referentes a cada lição. Escolha métodos de ensino variados, utilize dinâmicas, leia bons livros pedagógicos, planeje a aula, não improvise, dinamize o ensino, procure envolver os alunos com a aula, mantenha vínculos com os alunos.
– O professor entenda que é um facilitador da aprendizagem:
O professor precisa agregar outros recursos ao ensino, buscando a participação do aluno para que haja uma quebra da passividade do ouvinte durante a exposição do tema, tornando-o sujeito ativo do seu conhecimento. Com isto haverá uma mudança de paradigma da aula da EBD – aquela que comumente vemos: o professor falando e os alunos escutando… Para que na verdade isto aconteça, é imprescindível uma tomada de consciência do professor como agente facilitador da aprendizagem.
Agregar recursos variados e métodos diferentes à aula expositiva é uma forma de dinamizar o ensino e proporcionar a participação dos discentes no processo de aprendizagem. De acordo com Altair Germano, no livro Pedagogia Transformadora, “é preciso ficar mesmo atento para não cair no erro de pensar que por si só os métodos revolucionarão a prática de ensino do professor. Eles são apenas uma parte importante no processo ensino-aprendizagem. Os métodos precisam estar agregados a outros elementos importantes, dentre os quais, um bom conteúdo e a utilização adequada dos recursos didáticos(quadros, cartazes, revistas, mapas, gráficos, objetos etc.)”(pag. 29).
– Haja atuação do Espírito Santo:
Sobre esta temática, Gangel & Hendricks afirmam que: “O professor que trabalha afinado com o Espírito Santo buscará usar as melhores técnicas educacionais e ferramentas disponíveis. Tendo estudado a Palavra de Deus, procurando interpretá-la corretamente sob a direção do Espírito, ele então projeta seu tempo de ensino com o propósito de capacitá-lo a ensinar de modo eficaz. Longe de serem incompatíveis ou contrários ao Espírito Santo, métodos educacionais são meios pelos quais o Espírito trabalha no processo do ensino/aprendizagem”(pag. 43).
Prepare-se e promova aulas criativas, dinâmicas, cativantes e eficazes! Dessa forma, haverá facilitação para o ensino, maior retenção da aprendizagem e participação dos alunos. Estes conhecimentos agregados à sua motivação, com certeza, trarão resultados positivos para o ensino da Palavra de Deus e como consequência a igreja estará fortalecida na graça e no conhecimento de nosso senhor Jesus Cristo.

Por Sulamita Macedo.

SILVA, Antonio Gilberto da. Manual da Escola Dominical. Rio de Janeiro: CPAD, 1997, pag. 115.
GERMANO, Altair. Pedagogia Transformadora. Rio de Janeiro: CPAD, 2013, pag. 29.
GANGEL, Kenneth O. & HENDRICKS, Howard G. Manual de Ensino para o Educador Cristão. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, pag. 43.

Extraído do site: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

Lição 11 – Dinâmica: Promessa de Deus

Padrão

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
– Cumprimentem os alunos.
– Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
– Perguntem como passaram a semana.
– Escutem atentamente o que eles falam.
– Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
– Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 – Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 – Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados!

Experimentem!

6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
– Apresentem o título da lição: O socorro de Deus para livrar o seu povo.
– Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Se houver condições, vocês podem fazer uma dramatização do texto de Ester 5. 1 a 6.
Para realizar, vocês vão precisar de:
04 alunos para representar o rei Assuero, a rainha Ester e Hamã e o narrador.
02 coroas
01 cetro
01 cadeira
01 manto
Quer saber como organizar uma dramatização? Leiam o texto “Não faça drama! Saiba como utilizar a dramatização como instrumento de aprendizagem na EBD”(postado abaixo).
– Para concluir, utilizem a dinâmica “Promessa de Deus”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Sugestão para a conclusão do 4º trimestre/2016: Roda de conversa

Organizar os alunos em círculo, se possível.
Fazer uma pequena retrospectiva do Deus de toda provisão na vida dos personagens estudados nas lições
Pedir para os alunos falarem como Deus tem sido o provedor em suas vidas e na família.

Dinâmica: Promessa de Deus
Objetivos:
Refletir sobre o cumprimento das promessas divinas.
Renovar a esperança e a fé nas promessas de Deus.

Material:
01 folha de papel ofício dividida ao meio por um traço e caneta para cada aluno.
Procedimento:
– Perguntem o que significa a palavra “Promessa”.
Segundo o Dicionário Michaelis é “1. Ato ou efeito de prometer. 2 Declaração pela qual alguém se obriga, pela fidelidade e pela justiça, a fazer ou deixar de fazer alguma coisa”. Há outros significados.
– Falem acerca da importância do cumprimento das promessas a nível terreno. Também reflitam sobre do incômodo causado quando há falhas nas promessas e o estado de felicidade promovido por uma promessa cumprida.
Vocês já passaram por alguma dessas situações?
Vocês ocasionaram ou foram vítima?
– Agora, afirmem: O ser humano é falho, mas Deus não falha em suas promessas.
Leiam Nm 23.19: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?”
– Falem:
Vocês têm esperado por muito tempo por uma ou mais promessas divinas para sua vida?
Vocês encontram-se desencorajados? Sem fé? Sem forças? Calma!
Lembrem-se do que Deus já fez por vocês!
– Entreguem uma folha de papel ofício para cada aluno divida ao meio por um traço.
– Solicitem aos alunos que escrevam do lado esquerdo as promessas que ainda não foram cumpridas.
– Falem: Lembrem-se do que Deus já fez por você! Façam do lado direito da folha, uma lista das situações que Ele cuidou e providenciou socorro para você! Observem o quanto Deus já fez por vocês. Firmem-se em Suas promessas!
– Concluam, lendo:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia…”(2 Pedro 3:9a).
“Os que confiam no SENHOR serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre”(Salmo 125:1).
Por Sulamita Macedo.

Texto Pedagógico

Não faça drama!
Saiba como utilizar a dramatização como instrumento de aprendizagem na EBD

A dramatização como instrumento de aprendizagem consiste na representação de um fato, uma história através da atuação dos alunos como “atores”, com o objetivo de promover o ensino e aprendizagem, através da expressão simbólica.
A dramatização, no espaço educativo da EBD, é possível, mas é necessário atentar para alguns pontos, como a realidade do ambiente de realização da EBD, o tempo de aula, a habilidade do professor e dos alunos e a escolha de um texto adequado com o tema da aula.
A utilização da dramatização na Escola Dominical deve ser breve, sem muitos detalhes, como cenários, figurinos e outros objetos que compõem a cena, tendo em vista o ambiente da aula, pois normalmente é realizada dentro do templo. Mas, se desejar utilizar outro local disponível da igreja, é interessante reservar este espaço com o superintendente com antecedência.

Levando em consideração o tempo de aula que normalmente gira em torno de 60 minutos, uma encenação deve ter no máximo 10 minutos, para que depois haja tempo suficiente para a explanação do tema em estudo, que foi introduzido pela dramatização. Esta também pode ser utilizada no final da aula, para a conclusão de um tema.
Outro fator importante é habilidade do professor para organizar a dramatização de forma simples. Para isto ele precisa saber o que deseja realizar com os alunos de forma planejada, escolher a dramatização adequada para o tema, convencer os alunos a participar e deixar claro que na atividade cênica não deve ser observada a atuação perfeita dos “atores”, mas a representação de papéis dentro de um contexto narrativo, objetivando a facilitação do ensino e da aprendizagem na aula da EBD.
É interessante que ao escolher um texto para dramatizar, o professor observe quem são os personagens, quais as falas de cada uma delas, fazer cópias do texto já organizado para dramatização para cada pessoa envolvida na representação, tanto para os atores como para os figurantes, o narrador(se houver necessidade), para que todos saibam o momento de sua fala, o tempo de permanecer ou sair da cena; é importante também observar quais objetos poderão ser utilizados na dramatização e a arrumação do ambiente.
As vantagens do uso deste método de ensino são várias, tais como: desenvolvimento da comunicação, da linguagem oral e corporal, da socialização, da integração, da motivação, da participação, além é claro da aprendizagem através do processo representativo, favorecendo a análise da situação dramatizada.
As desvantagens também aparecem, como em todo método de ensino: os alunos inibidos podem não querer participar, mas devem ser estimulados; a ambientação da EBD não favorece a dramatização de forma mais específica, mas veja as possibilidades de uso já citadas acima.
A dramatização deve ser entendida como um instrumento didático de ensino, pois se apresenta como uma forma de analisar um tema, promovendo e resgatando a participação dos alunos tanto na representação, como também no momento de estudo do tema.
Então, que tal utilizar a dramatização nas aulas de EBD?

Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/

http://ebdinterativa.com.br/adultos-licao-11-o-socorro-de-deus-para-livrar-o-seu-povo/

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