MORAL E POLÍTICA – Rm 13.1-7

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Moral política (Rm 13.1-7)

Nesta segunda seção de admoestações, Paulo sai de assuntos puramente pessoais para o âmbito da moral política, e declara os deveres do cristão em face do Estado, assunto este relevantíssimo para os seus leitores romanos. O ponto de vista do apóstolo acerca do Estado, em relação com o crente, encerra o princípio da submissão cristã, que sempre tem sido reconhecida como da vontade divina, obrigatória à Igreja. As bases desta obediência aos poderes seculares podem ser expressas em três tópicos.

  1. O GOVERNO CIVIL É INSTITUIÇÃO DIVINA (Rm 13.1-2)  –  Todo homem (1). Paulo exorta os cristãos romanos, não apenas como comunidade social, mas como indivíduos, que se sujeitem ao governo romano. O apóstolo sempre achará justos e prestativos os altos funcionários romanos, mas este fato não explica de todo o ditame inspirado sobre relações políticas. É a revelação divina para a Igreja em todas as épocas, da qual se fornecem fundamentos racionais. O primeiro é que toda autoridade procede elementarmente de Deus, e, por conseguinte, os poderes que existem são de origem e sanção divinas. Os governos têm seu lugar nos propósitos de Deus. Teologicamente, a doutrina é esta, que Igreja e Estado são fatores no reino de Deus, tendo cada qual sua função particular. O crente que se opõe à autoridade terrena está, de fato, desobedecendo a Deus. Por essa deslealdade, o rebelde incorrerá em juízo. Tem sido plausivelmente sugerido que no pensamento de Paulo, aqui, tanto judeus como gentios são encarados como possíveis, se não reais, opositores do governo. Os judeus em sua agressividade religiosa, e os crentes gentios, em seu dogmatismo cristão, podiam entregar-se a algum fanatismo exacerbado contra as autoridades que existem (1). Tal procedimento é condenado.
  1. O GOVERNO CIVIL TEM A MISSÃO DE PROMOVER O BEM E PREVENIR O MAL (Rm 13.3-4) – A obediência às autoridades seculares é ordenada, ainda mais, por causa de servirem à justiça de Deus, que é o tema da epístola. Duas vezes aqui, Paulo diz que a autoridade secular é ministro de Deus (4), passando da idéia de sua ordenação divina para a de sua finalidade. O cristão deve obedecer ao magistrado porque a este, nas mãos de Deus, cumpre manter a ordem, louvando o bem e punindo o mal. Só os malfeitores é que temem diante dos juízes da terra, visto como estes estão do lado da justiça.
  1. O GOVERNO CIVIL TEM A APROVAÇÃO DA CONSCIÊNCIA CRISTÃ (Rm 13.5-7) -Obediência às autoridades que existem é dever do cristão, não só por causa das conseqüências penais inevitáveis da oposição, senão por amor da consciência. A constituição moral do crente aprova o que a constituição moral do Estado realiza. Daí vem o dever de pagar impostos, devidos pelo fato de serem cidadãos de Roma, ou por serem um povo sob dominação (6). De fato, o apóstolo, ampliando o escopo da obrigação, declara que tudo quanto é devido deve ser pago (7; cfr. #Mt 17.25; #Mc 12.17; #Lc 20.25).

FONTE: O NOVO COMENTÁRIO DA BÍBLIA – Prof. F. Davidson.

IMAGEM: GOOGLE.

RELACIONAMENTOS: SE VOCÊ TEM SUCESSO, ELES TAMBÉM TERÃO

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RELACIONAMENTOS: SE VOCÊ TEM SUCESSO, ELES TAMBÉM TERÃO
(Rm 12.9-21)

Muitos líderes cometem o erro de separar a liderança dos relacionamentos. Isso acontece quando uma pessoa chega a uma posição de liderança e presume que todos seguirão suas idéias por causa de sua posição. Alguns líderes, erradamente, acreditam que seu conhecimento por si só os qualifica para liderarem outros.
As pessoas não se importam muito com o que você sabe até que saibam com o quanto você se importa com elas. Nós não devemos separar liderança dos relacionamento.

Líderes ajudam a si mesmos quando desenvolvem a prática de bons relacionamentos:
1. Evite a hipocrisia – seja sincero e autêntico (v. 9).
2. Seja e leal e companheiro – trate os outros como irmãos e irmãs (v. 10).
3. Dê preferência aos outros – considere os desejos alheios mais importantes que os seus próprios (v.10).
4. Seja hospitaleiro – procure os meios de resolver os problemas dos outros (v. 13).
5. Pague o mal com o bem – aja, não reaja, quando os outros lhe fazem mal (v. 14).
6. Identifique-se com os outros – considere as vitórias ou necessidades dos outros como sendo também suas (v. 15).
7. Mantenha a mente aberta diante dos outros – tente manter algum vínculo como qualquer um a quem você deseja falar (v. 16).
8. Trate os outros com respeito – isso é um elogio para qualquer pessoa (v. 17).
9. Faça tudo para manter a paz – escolha sabiamente quando repousar (v. 18).
10. Remova a vingança de sua vida – deixe Deus julgar ou outros; quanto a você, ame-os (vs. 19-21)

Fonte: Bíblia de Estudo Liderança Cristã

Fonte da imagem: google – http://www.mensagens.ws/index.php?mensagem=798

Melquisedeque – História, Hermenêutica e Significação Profética – R.N. Champlin

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MELQUISEDEQUE  – Esboço:
I. Nome e História
II. Rei e Sacerdote
III. Referências Bíblicas
IV. Significação Profética
V. Uso Hermenêutico
VI. Identificações

I. Nome e História
Melquisedeque é a transliteração, para o português, de um nome hebraico que significa «rei da justiça». Ele era rei de Salém (Jerusalém) e sacerdote de El Elion, o que o tornava um rei-sacerdote, o que serviu mui apropriadamente para ilustrar o mesmo ofício, ocupado em forma muito mais significativa, pelo Senhor Jesus, o Cristo. Salém tem sido identificada com Jerusalém com base na referência bíblica de Sal. 76:2, e pela antiga menção a essa cidade nas cartas de Tell el-Amama, do século XIV A.C. As inscrições assírias referem-se a ela muito antes dessa cidade ter qualquer coisa a ver com o povo de Israel, mediante os nomes Uru-salem e Uru-sa- limmu. OsTarguns regularmente identificam-na com Jeru-salém, conforme também faz o Gênesis Apócrifo.

Talvez Melquisedeque fosse um sacerdote cananeu. Tanto El quanto Elion eram divindades cananéias bem conhecidas. A adoração cananéia a El Elion tem sido associada a Yahweh e sua adoração; e deveríamos recordar que esses nomes divinos não foram cunhados pelos hebreus, pois a verdade é que eles os empregaram para indicar seus conceitos específicos de Deus. A maioria dos críticos pensa que os trechos de Gên. 14:18-20 e Sal. 110:4 refletem sincretismo, mediante o que o reinado pré-davídico e a adoração ao El Elion cananeu foram vinculados à adoração a Yahweh. Naturalmente, muitos eruditos conservadores rejeitam isso. Mas, porque haveríamos de supor que a primitiva fé dos hebreus surgiu no vácuo? Coisa alguma é mais clara, na história das religiões, do que o fato de que elas dependiam de outras religiões mais antigas, ou paralelas, fazendo empréstimos das mesmas. Se acompanharmos a fé dos hebreus, veremos muitos desses empréstimos e adaptações. Até mesmo uma doutrina tão básica como a da imortalidade da alma não se originou entre os hebreus, podendo ser achada nas religiões orientais e na filosofia grega muito antes que ela tivesse aparecido na teologia dos hebreus. A complicada angelologia dos hebreus também era uma doutrina emprestada, que não aparece nos primeiros livros da Bíblia, pois ali, apesar de ser dito que os anjos existem* não há qualquer sistema hierárquico de tais seres.

Em Gênesis 14:19, El Elion aparece çomo o Criador, tomando-se claro que novas idéias, como também idéias adaptadas, foram atreladas a alguns nomes divinos. Mas isso não prova que esses povos antigos não conheciam e nem usavam esses nomes. A arqueologia tem provado, de maneira absoluta, que assim sucedia. A contribuição dos hebreus foi o monoteísmo, embora, provavelmente, até esse tivesse começado como um henotelsmo (vide). As noções dos homens sobre Deus são passíveis de melhoria, e na fé dos hebreus vemos esse princípio em operação. E esse processo nunca terminará, porquanto as nossas idéias sobre Deus são necessariamente provinciais e imperfeitas, estando sempre sujeitas a melhor elaboração. Em caso contrário, a teologia não será outra coisa senão humanologia. Somente Deus conhece verdadeiramente a teologia, os homens continuam em sua inquirição.

É claro que Abraão deve ter pensado que Melquisedeque servia ao mesmo Deus que ele servia. Porém, também é patente que em parte alguma Melquisedeque é identificado com a fé dos hebreus. De fato, aquelas delicadas distinções que os historiadores religiosos agora fazem acerca dessas coisas dificilmente descrevem o primitivo estado de coisas que prevalecia na época de Abraão. Não há que duvidar que Melquisedeque era homem conhecido por seu poder político e por sua espiritualidade, bem como por suas funções sacerdotais; e Abraão não hesitou em associar-se a ele, e mesmo a tratá-lo como um superior.

Muitas tentativas têm sido feitas para identificar Melquisedeque. Algumas dessas tentativas, equivocadamente, tentam situá-lo solidamente dentro da fé e da cultura dos hebreus, mas daí não tem advindo qualquer conclusão útil. Geralmente, somos ensinados a mostrar-nos hostis para com pessoas de outras fés religiosas, o que obscurece o respeito que elas merecem. Lembremo-nos que José casou-se com a filha de um sacerdote egípcio (ver Gên. 41:45). Desse casamento resultou o nascimento de Manassés e de Efraim, que, subseqüentemente, tornaram-se os patriarcas de duas das doze tribos de Israel. E difícil imaginarmos José mostrando-se hostil à família de sua esposa egípcia. Antes, ele deve ter mantido estreitos laços com a casta sacerdotal egípcia, embora também conservasse suas distinções pessoais. Talvez Abraão também mantivesse relações amistosas com os melhores membros religiosos de povos estrangeiros, tal como se deu com José e a família de sua esposa.

Informação Dada por Davi. Em Sal. 110:4, um rei da linhagem de Davi aparece sendo aclamado, por juramento divino, como «…tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque…» Talvez essa aclamação fosse resultante da conquista de Jerusalém por parte de Davi, em virtude do que ele e sua casa tornaram-se herdeiros da dinastia de reis-sacerdotes de Melquisedeque. Naturalmente, essa passagem também é profética e messiânica, embora talvez Davi nem tivesse entendido isso. A falta de informações sobre o sacerdócio do Melquisedeque histórico não nos permite especular muita coisa. Porém, podemos supor que alguma espécie de linhagem altamente respeitada de reis-sacerdotes tinha em Jerusalém o centro de seu poder, antes dessa cidade cair sob o domínio de Israel. £ claro que esse oficial e o seu culto não faziam parte da fé e da cultura dos hebreus, a despeito do que, era altamente respeitada pelos grandes líderes da nação de Israel.

II. Rei e Sacerdote – Tipologia

Melquisedeque é apresentado como um rei que tinha funções e direitos sacerdotais (ver Gên. 14:18 e ss). O próprio Abraão lhe prestou homenagem. Certamente, pois, a sua glória ultrapassa à de Aarão. Cristo assumiu esse sacerdócio real, mas revestido ainda de maior glória. Notemos que, no trecho de Zac. 6:13, são combinados os ofícios de rei e de sacerdote, no tocante ao Messias. O autor sagrado volta a considerar o sumo sacerdócio de Melquisede- que de forma mais completa, em Heb. 7:1-10, com o propósito definido de mostrar sua superioridade sobre o sacerdócio aarônico, e isso faz parte de seu argumento que visava mostrar que, em Cristo, todos os tipos sacerdotais são cumpridos e ultrapassados, não havendo mais qualquer necessidade de um sumo sacerdócio terreno. Cristo incorpora, em si mesmo, todo o sacerdócio de que precisamos. Até o próprio Aarão, por intermédio de Abraão, pagou os dízimos a Melquisedeque, com o resultado que o «menor foi abençoado pelo maior». Foi Melquisedeque quem abençoou Abraão, pelo que também aquele era maior do que este, para nada dizer sobre Aarão, que por esse tempo nem havia nascido ainda.

III. Referência Blíblica

Melquisedeque: As únicas referências bíblicas a esse personagem se acham nos trechos de Gên. 14:18; Sal. 110:4; Heb. 5:6,10; 6:20 e 7:1,10,11,15,17,21. Pode-se ver, com base nisso, que o autor supre a discussão maior. No A.T., quando muito, Melquisedeque aparece como figura simbólica. É dito que ele era «rei de Salém» (Jerusalém), na passagem referida do livro de Gênesis, sendo também chamado de «rei da justiça», em Heb. 7:2. Ele saudou a Abraão ao voltar este, após ter vencido Quedorlaomer e seus aliados, tendo-lhe apresentado pão e vinho e tendo-o abençoado no nome do Deus Altíssimo; ao mesmo tempo, Melquisedeque recebeu dízimos da parte de Abraão, de todos os despojos que este tomara do inimigo (ver Gên. 14:18 ess). Essa é a totalidade das informações que possuímos a seu respeito, embora a tradição, como é usual, tenha adornado a narrativa bíblica.

IV. Significação Profética

A significação profética de Melquisedeque é claríssima, entretanto. O Salmo 110 pinta a divindade do Messias (ver Sal. 110:1, comparar cfom Mat. 22:41-46). Também fica destacada a sua realeza (ver Sal. 110:1 e ss ; comparar com Atos 2:34-36). O seu sacerdócio é igualmente destacado (ver o quarto versículo). Nas referências da epístola aos Hebreus sua significação profética é ainda mais amplamente esclarecida. Ele ilustra a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o de Aarão (ver Heb. 5:6 e 7:7). Seu sacerdócio é eterno (ver Heb. 5:6); é real (ver Heb. 7:1); sua origem é misteriosa e desconhecida, e assim a filiação eterna de Cristo é ilustrada (ver Heb. 7:1). Na qualidade de Filho é ele também sacerdote, e isso empresta à ele uma dignidade maior que a de qualquer sacerdote terreno (ver Heb. 7:3 e 5:5). Ele é o grande abençoador, mediante quem todos os «menores» são abençoados (ver Heb. 7:7). E ele é superior a Levi, a Aarão, a Abraão e a todos os seus descendentes levitas (ver Heb. 7:6-10).

V. Uso Hermenêutico

Hermeneuticamente, Melquisedeque é importante porque ilustra diversas coisas: 1. um significado mais profundo da história; 2. como a história pode ser profética e simbólica; 3. a unidade do Antigo e do Novo Testamentos; 4. a universalidade do ofício messiânico e sumo sacerdotal de Cristo; 5. a ab-rogação das ordens sacerdotais do Antigo Testamento, por estarem todas cumpridas em Cristo.

VI. Identificação

A sua obscuridade tem fascinado a tradição, pelo que também muitas identificações conjecturadas têm sido imaginadas, a saber:
1. Alguns dizem que o Espírito Santo teria aparecido na terra sob essa forma. Mas essa opinião é extremamente ridícula.
2. Outros fazem dele uma manifestação de Cristo no A.T. Se isso fosse verdade, teríamos de esperar uma verdadeira «encarnação» antes dos tempos neotestamentários, posto que ele teve uma história contínua, tendo sido rei de Jerusalém. Contudo, alguns aceitam a idéia de uma «encarnação».
3. Outros estudiosos supõem que Melquisedeque teria sido encarnação de alguma outra elevada personalidade celeste.
4. Outros dizem que ele seria Sem, filho de Noé, o que é opinião comum entre vários escritores judeus (ver Targum em Jon. e Jerus. Jarchi, Baal Hatturim, Levi Ben Gersom e Abendana, sobre Gên. 14:18; Bemidbar Rabba, seção 4, foi. 182,4; Pierke Eliezer, cap. 8; Jushasin, foi. 135:2 e outros).
5. Outros supõem que ele teria sido um monarca cananeu, da descendência de Cão.
6. Outros ainda consideram-no um ser como Adão, diretamente criado por Deus, e que literalmente não teria ascendência humana.
7. Também há aqueles que o identificam com Jó ou cnm algum outro personagem do A.T.
Todas essas conjecturas não têm base em que se possa confiar, sendo bem provável que ele não possa ser identificado com qualquer outra personagem conhecida. O fato de que ele não tinha pai nem mãe provavelmente significa que não há registro de seus ancestrais, e, que, profeticamente, ele simboliza o divino Filho-Profeta, acerca de quem não se pode falar de qualquer linhagem terrena.

FONTE:

R.N. Champlin, Ph.D. ENCICLOPÉDIA de BÍBLIA, TEOLOGIA e FILOSOFIA – VOLUME 4.

CULTO DE CURA E LIBERTAÇÃO – Esboço: Vencendo através da unção.

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VENCENDO ATRAVES DA UNÇÃO

A UNÇÃO COMO CAUSA – ISAÍAS 10.27

“… por causa da Unção.”

“E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas. E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.” 1 João 2:20,27

 

A MARCA DA UNÇÃO / DIFERENÇA, ESCOLHA DE DEUS.

Contexto:

A – Profético da Vitória do Messias sobre o Anticristo, e a Libertação do Remanescente fiel para entrar no Milênio com o Senhor;

B – Do Cativeiro dos 70 anos: O povo seria castigado por seu pecado, porém o Senhor conservaria um Remanescente fiel, para a estes dar a vitória sobre seus inimigos.

 

UNÇÃO – CONCEITUANDO:

  1. Sacerdote Ungido: “Depois derramou do azeite da unção sobre a cabeça de Arão, e ungiu-o, para santificá-lo.Levítico 8:12
  2. Tabernáculo Ungido = O Templo da Habitação do Senhor Ungido: “Então tomarás o azeite da unção, e ungirás o tabernáculo, e tudo o que há nele; e o santificarás com todos os seus pertences, e será santo.”Êxodo 40:9
  3. Sacrifício e Altar Ungidos = vida santificada / adoração verdadeira: “Também cada dia prepararás um novilho por sacrifício pelo pecado para as expiações, e purificarás o altar, fazendo expiação sobre ele; e o ungirás para santificá-lo.” Êxodo29:36
  4. Servos Escolhidos e Ungidos = Ministério: “Achei a Davi, meu servo; com santo óleo o ungi.” Salmos89:20
  5. Os Crentes Ungidos: “E vós tendes a unção do Santo, e sabeis todas as coisas… E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis.” 1 João2:20,27

 

A Unção está:

  1. No propósito – Separação, Consagração, Santificação, Marca, Aliança, Herança.

“O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras.” Tito 2:14

2. Na posição – ligados a Cristo Jesus.

“Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.” João 15:4,5

3. Na perseverança, constância: “Em todo o tempo sejam alvas as tuas roupas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.” Eclesiastes 9:8

4. Na VISÃO – Luz, iluminação, visão espiritual, entendimento do Reino de Deus. “Deus, que mandou que das trevas resplandecesse a luz, é o que resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo”  (2 Co. 4:6).

 

ALGUNS EXEMPLOS DE FIDELIDADE DURANTE E PÓS CATIVEIRO

  1. DANIEL E SEUS AMIGOS: Daniel 1.8 / 3.16-18 / 5.10-12 / 6.10,16
  2. NEEMIAS: Neemias 1.4 / 6.3
  3. ESDRAS: Neemias 8.1-10
  4. TODO O POVO: Neemias 10.28-33

 

Autor: Diácono Daniel Puerta Torres – Ministrada na Igreja Assembleia de Deus Missionária – Rua Prefeito Romeu Scaramucci, 940 – Gália/SP – Brasil, em 22/02/2017.

 

 

 

 

 

 

 

O DESERTO E AS EXPERIÊNCIAS COM DEUS – Esboço.

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O DESERTO E AS EXPERIENCIAS COM DEUS

DEUTERONOMIO 8.1-6, 14-19

I CORÍNTIOS 10.1-6

Em comparação natural com as coisas deste mundo e os ímpios, por causa de provas e provações, a vida de um justo ie dos servos de Deus parece como que Israel em meio ao Deserto. Lá passaram por enormes dificuldades e provas de fé, todavia, experimentaram a Deus de fato e em verdade como Deus, o Deus do seu povo.

ISRAEL EXPERIMENTOU DEUS COMO:

  1. Salvador, através do Sangue do Cordeiro. Êx. 12:13,42.
  2. Guia, através das colunas de nuvem e de fogo. Êx. 13:21.
  3. Libertador, no Mar Vermelho. Êx. 14:13.
  4. Médico do corpo. Êx. 15:26.
  5. Sustentador diário, com o maná. Êx. 16:15.
  6. Protetor diante do inimigo. Êx. 17:13.
  7. Aquele que habitava no meio de Israel. Êx. 40:34.

A NOSSA VIDA, COMO NA PEREGRINAÇÃO NO DESERTO:

  1. Está debaixo da direção de Deus. V.2; Jo. 16:13; Rm. 8:14.
  2. É uma vida de humildade. V.2; 1 Pe. 5 :6.
  3. É uma vida suprida. Vv.3,15; Fp. 4:19.
  4. É uma vida de dependência. V.3; Jr. 15:16.
  5. É uma vida de esperança. Vv.7-9; 1 Jo. 3:3.
  6. É uma vida de gratidão. V.10; Sl. 103; Rm. 14:6
  7. É uma vida de força. V.18; 2 Pe. 1:3.

DE TODO CORAÇÃO DEVEMOS:

  1. Buscar a Deus. Dt. 4:29.
  2. Servir a Deus. Dt. 10:12.
  3. Amar a Deus. Dt. 13:3.
  4. Obedecê-Lo. Dt. 30:2.
  5. Segui-Lo. 1 Rs.14:8.
  6. Dar-Lhe graças. Sl. 86:12.
  7. Confiar nEle. Pv. 3:5.

 

DPT-28/05/2011

Por: Diácono Daniel P. Torres – Pequenos Sermões Grandes Mensagens

NAAMÃ E O JORDÃO – Esboço

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NAAMÃ MERGULHA SETE VEzES NO RIO JORDÃO

(II REIS 5.1-27)

  1. A EXPECTATIVA HUMANA.
  2. A EXPECTATIVA DIVINA.

1. A EXPECTATIVA DA MENINA – VRS. 05:

“DE QUEM PREGA, ANUNCIA AS BOAS NOVAS”

“E disse esta à sua senhora: Antes o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.”

2. A EXPECTATIVA DO REI DA SÍRIA – VRS. 06.

“DE QUEM NÃO ENTENDE COMO DEUS AGE

“E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logo, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o cures da sua lepra.”

3. A ESPECTATIVA DO REI DE ISRAEL – VRS. 07

“DE QUEM NADA PODE FAZER – PODER HUMANO”

“ E sucedeu que, lendo o rei de Israel a carta, rasgou as suas vestes, e disse: Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim um homem, para que eu o cure da sua lepra? Pelo que deveras notai, peço-vos, e vede que busca ocasião contra mim.”

4. A EXPECTATIVA DO PROFETA ELISEU – VRS. 08

“DEMONSTRAR QUE DEUS TEM SEUS VERDADEIROS REPRESENTANTES NA TERRA”

“E sucedeu que, lendo o rei de Israel a carta, rasgou as suas vestes, e disse: Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim um homem, para que eu o cure da sua lepra? Pelo que deveras notai, peço-vos, e vede que busca ocasião contra mim.”

5. A EXPECTATIAV DE NAAMÃ – VRS 11,12

 “ACHAR QUE AS COISAS DEVEM SER A SEU MODO”

“Porém, Naamã muito se indignou, e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso. Não são porventura Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles, e ficar purificado? E voltou-se, e se foi com indignação.”

6. A EXPECTATIVA DOS SERVOS DE NAAMÃ – VRS 13

“OS QUE CRÊEM”

“Então chegaram-se a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se o profeta te dissesse alguma grande coisa, porventura não a farias? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado.”

Por: Diácono Daniel P. Torres – Pequenos Sermões Grandes Mensagens

Dinâmica: O Que Você tem em Suas mãos? – E mais: Subsídio Teológico

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Dinâmica: O Que Você tem em Suas Mãos?

Objetivo: Refletir sobre as armas que usamos quando estamos em batalha e como agimos diante das lutas.

Material:
Metade de uma folha de papel ofício para cada aluno.

Procedimento:
– Entreguem para os alunos a metade de uma folha de papel ofício e peçam para que façam o contorno de uma das suas mãos.
– Perguntem:
O que você tem suas mãos como instrumento de batalha e como tem se portado na luta?
Ou o que você possui?
– Antes que os alunos respondam, apresentem o que estes personagens bíblicos possuíam para a luta.
Moisés tinha uma vara
Rei Jeoás tinha em suas mãos um arco e flecha
Davi tinha uma funda e 05 pedrinhas
Jacó tinha um cajado
Sansão tinha a queixada de um jumento
O menino tinha 02 pães e 05 peixes
Raabe tinha um cordão um fio de escarlata
A viúva endividada tinha uma botija de azeite e vasos emprestados
E você o que tem em suas mãos?
– Peçam para que eles escrevam dentro da mão quais as atitudes e as formas de luta ou de defesa diante das dificuldades que eles estão usando, podendo ainda acrescentar nomes de pessoas que ajudam em oração e conselhos.
– Solicitem para que os alunos socializem o que escreveram, de forma objetiva.
Por Sulamita Macedo.

O milagre está em sua casa

4° Trimestre de 2016

capanovaeditadaadultos

INTRODUÇÃO
I – A CRISE ECONÔMICA
II – SUPERANDO AS CRISES
III – FÉ E TRABALHO
CONCLUSÃO

O nome Eliseu significa “Deus é salvação”. Auxiliar do profeta Elias, Eliseu era filho de Safate, de Abel-Meolá, no Vale do Jordão. Tinha como trabalho arar a terra com junta de bois. O jovem Eliseu foi convidado pelo profeta Elias a segui-lo. O texto bíblico mostra que ele “se levantou, e seguiu a Elias, e o servia” (1 Rs 19.21). O primeiro ponto digno de nota na vida do profeta Eliseu foi a sua humildade e a disponibilidade em aprender com o profeta Elias. Na caminhada com Deus, saber ouvir e ter o compromisso de aprender com o outro é muito importante. Na época de Eliseu não havia uma espécie de seminário teológico ou faculdade que tinha o objetivo de formar, embora houvesse escola de profetas, mas que nem de longe era parecida com as instituições modernas. Os profetas eram formados aos pés dos outros profetas.No dia a dia da caminhada, os profetas iam sendo formados, trabalhados e forjados diante de Deus e dos homens.

Outro ponto digno de nota é que o ministério do profeta Eliseu é permeado por milagres. Segundo especialistas em Antigo Testamento, excetuando a pessoa de Jesus Cristo, ninguém na história sagrada registrou a quantidade de sinais e maravilhas como consta o registro na vida do profeta mediante o seu ministério. Ele sarou águas infectadas (2 Rs 2.19-22), fez brotar água no deserto (2 Rs 3.9,16-20), proveu a necessidade da viúva (2 Rs 5) e ressuscitou mortos (2 rs. 4.18-37), além de curar leprosos (2 rs. 5). Estes três últimos milagres antecipam o que o nosso Senhor faria em abundância em seu ministério terreno. A vida e a obra de Eliseu nos ensinam que Deus traz provisão no momento oportuno. O ministério do profeta mostra uma profusa quantidade de ações divinas em favor das pessoas que por intermédio dele eram abençoadas.

Não podemos perder a dimensão da verdade bíblica de um Deus que provê. O que não significa abrir barganha com Ele. Nada disso. Resgatar a visão bíblica de que Deus intervém na circunstância de uma pessoa é urgente a fim de não cairmos no erro de uma religiosidade sem paixão, de uma ortodoxia morta e do gélido ceticismo. À luz da vida de Eliseu, somos convidados a andar com Deus em fidelidade e verdade. Amá-Lo de todo o nosso coração, alma e pensamento. À medida que nos aproximamos mais de Deus por intermédio da oração e da leitura da Palavra, o Senhor se aproxima mais de nossas vidas. Por isso, busquemos ao Senhor, o reverenciemos enquanto há tempo. Subsídio da Revista Ensinador Cristão.

Texto Pedagógico

A utilização de Recursos Visuais na EBD

A todo o momento recebemos estímulos visuais e também auditivos que objetivam chamar nossa atenção, para determinados fins.
Na Educação Cristã, os recursos visuais são também fonte de motivação para o ensino, tanto para crianças como para adultos.
Mas, o que são recursos visuais? Entende-se que são imagens que facilitam a aprendizagem, que podem ser simples ou mesmo sofisticadas, tecnológicas ou não, por exemplo: gravuras, objetos, mapas, cartazes, slides, filmes etc.
Vejamos, então algumas vantagens de sua utilização:
– Desperta a atenção
– Estimula o interesse e a percepção
– Torna a aprendizagem mais rápida
– Aumenta a retenção da aprendizagem
– Motiva a apresentação e o aluno
– Torna a aula mais atrativa
Sabendo dessas vantagens, o professor deve utilizar, sempre que possível, os recurso visuais, nas aulas da EBD, agregando também outras formas de facilitação da aprendizagem, conforme sua criatividade e condições.
Há uma pesquisa, muito difundida no meio educacional, que aponta o percentual de retenção da aprendizagem de acordo os sentidos envolvidos no ensino:
O aluno aprende:
20% do que ouve
30% do que vê
50% do que vê e ouve
70% do que ouve, vê e fala
90% do que ouve, vê, fala e faz
Observem que quando apenas ouvimos durante a aula, retemos apenas 20% do que foi falado. Mas, o percentual aumenta para 50% quando, além da fala, há elementos visuais. E vai aumentando quando participamos, refletimos e praticamos. Então, quanto mais sentidos envolvidos na aprendizagem mais eficaz ela será!
Então, professor, além de sua fala, agregue outros recursos ao ensino, buscando a participação do aluno para que haja uma quebra da passividade do ouvinte durante a exposição do tema, tornando-o sujeito ativo do seu conhecimento. Com isto haverá uma mudança de paradigma da aula da EBD – aquela que comumente vemos: o professor falando e os alunos escutando… Para que na verdade isto aconteça é imprescindível uma tomada de consciência do professor como agente facilitador da aprendizagem.
Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/