PROPAGAÇÃO DO EVANGELHO: um método mui eficaz.

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PROPAGAÇÃO DO EVANGELHO: um método mui eficaz.
“E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar,
               e de anunciar a Jesus Cristo.”        (Atos 5:42)
1. Todos os dias: isto revela continuidade, perseverança, desejo de alcançar quantos possível com o Evangelho de Jesus;
2. No templo e nas casas: o evangelho de Jesus não ficava restrito a um templo como se fosse mera religiosidade. Não! Ele ultrapassou barreiras e foi anunciado nas casas, nos lares, no círculo familiar, onde os problemas e dificuldades são mais latentes, mas também, com mais frutos de arrependimento. Foram dos lares das casas de família que nasceram milhares de pontos de pregação e igrejas no Brasil e no mundo;
3. Não cessavam: aqui há um registro importante, pois nada foi capaz de impedir o avanço das Boas Novas do Evangelho. Não teve perseguição, não teve falta de recursos, não teve autoridade alguma que pode barrar a Verdade do Evangelho de Jesus. Por que? Porque os discípulos não cessavam, não desanimavam, e o faziam com coragem e bravura e determinação;
4. De ensinar, e anunciar: o ensino da Palavra, a transmissão das verdades eternas proferidas por Jesus, do seu nascimento morte e ressureição, foi o carro chefe da igreja neotestamentária. Ensinar é a missão da igreja. Ensinar é fazer discípulos. Ensinar é mostrar o caminho a verdade e a vida. ANUNCIAR é fazer conhecido, fazer notório, tornar notícia a todos, porque as Boas Novas do Evangelho de Jesus, não é história humana. É sim, a Palavra de Vida de Deus diretamente para a humanidade.
5. Por fim, e com maior importância, tudo se fazia e se fez em torno de JESUS CRISTO! Este é o nome sobre todo o nome, o nome sobre o qual se fundamenta e se tem razão o evangelho. Não é placa de igreja, nem religião, nem nome de ministério de cantor ou de pregador… É JESUS! JESUS! JESUS!
OBREIRO APROVADO, é tempo de aqueles que pregam o evangelho, e que dele se dizem portadores… o façam com rigor e propositura, como os discípulos e apóstolos de Jesus.
Em Cristo,
Diácono Daniel Puerta Torres.
Assembleia de Deus Missionária – Gália/SP
18/04/2016. 

Os benefícios da justificação

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2° Trimestre de 2016 – Lição 04 – Subsídio Teológico CPAD

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INTRODUÇÃO
I – A JUSTIFICAÇÃO MANIFESTADA (Rm 3.21-26)
II – A JUSTIFICAÇÃO CONTESTADA (Rm 3.27-31)
III – A JUSTIFICAÇÃO EXEMPLIFICADA (Rm 4.1-25)
CONCLUSÃO
Ora, pode uma doutrina como a da justifi cação pela fé ter um benefício prático na vida do crente? dá alguma consequência concreta quando o crente toma aconsciência de que foi justificado por Deus por intermédio da graça divina mediante a fé em Jesus? Professor, é importante enfatizar aos alunos de que toda doutrina bíblica possui uma aplicação para a vida.

Doutrina não é apenas teoria? Ela visa a amadurecer o crente a fim de que ele caminhe de maneira segura no processo de amadurecimento da fé no caminho de Cristo. Por isso, ao iniciar a aula desta semana, conforme a sua possibilidade, reproduza resumidamente os benefícios da doutrina da justifi cação pela fé com o objetivo de facilitar a reflexão em sala de aula:

OS BENEFÍCIOS DA DOUTRINA DA JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ

Romanos 5.1-5
A graça de Deus
justifi cando o ser
humano
Romanos 5.6-11
O amor trinitário
Romanos 5.12-21
A nova Criação
de Deus
1. A bênção da paz com
Deus (v.1);
1. O amor do Pai pelo
ser humano (v.8)
1. O homem em Adão
(v.12)
2. A bênção de esperar
em Deus (v.2)
2. o Espírito santo distribui
o amor (5.bb)
2. O homem em Cristo
(v.17).
3. A bênção de sofrer
por Cristo Jesus (v.3-5).
3. o Filho realiza o amor
no coração (vv.10,11).
1. A bênção da paz com
Deus (v.1)

O quadro acima destaca uma série de bênçãos que o crente justificado por Deus tem acesso ao ????ai no momento em que abre o coração para a Palavra de Deus. Um dos pontos mais importantes desse quadro são as imagens que o apóstolo Paulo usa para destacar o homem imperfeito em Adão e o ser humano perfeito em Jesus. A maior das bênçãos da justificação pela fé é que se por Adão entrou no mundo a morte, o sofrimento, a traição etc, por Cristo chegou a vida, a paz, a esperança, a alegria e tudo quanto é bom para aquele que está em Cristo Jesus, o nosso Senhor (Rm 5.12-21).

Enfatizar ao aluno a nova realidade de vida de uma pessoa justificada por Deus é permitir-lhe conhecer uma das mais ricas e consoladoras doutrinas sobre a condição do ser humano agora justificado por Cristo. Quantas são as pessoas que chegam às nossas comunidades sofridas, cheias de condenação na alma e na consciência? O contato, a assimilação e a fé nesta verdade bíblica quebrarão e destruirão as amarras da alma e da consciência daqueles que se sentem acusados e se tornam acuados pelo Inimigo de nossas almas. Ore a Deus, peça-o para cada aluno viver a graça dessa verdade em nome de Jesus.

Fonte: Revista Ensinador Cristão, Ano 17 – nº 66 – abr/mai/jun de 2016. 

Site CPAD / Escola Dominical / Subsídio Teológico / Sala do Professor

PARA QUE DEUS NOS CHAMA?

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Nossa reflexão é sobre identidade. Que nos identifica como cristãos, salvos, regenerados, nascidos de novo, tornados novas criaturas? Que convocação, chamada, temos da parte de Deus Pai que faz diferença no mundo em que vivemos e atuamos?

DEUS NOS CHAMA PARA QUE SEJAMOS ADORADORES
A tarefa primordial da Igreja de Jesus Cristo é celebrar o Seu Nome, adorá-Lo, cultuá-Lo. Afirmou o Senhor Jesus Cristo em João 4.23,24: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”. Tudo o mais é decorrente do culto.
Foi para cultuar e adorar a Deus que fomos trazidos à fé e à salvação. Deus nos convoca para a adoração. No entanto, em muitos casos, apenas nos divertimos. Fomos chamados para cultuar, mas fazemos na igreja paródia de teatro, de circo, de programa de auditório;
somos espectadores, quantas vezes, mas não cultuantes.
O objetivo da adoração é despertar a consciência da santidade de Deus. Um aspecto do culto é encontrado em Romanos 12.1: “Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”.
O verdadeiro culto, então, é medido pela transformação de quem cultua pelo fato de estar na presença de Deus. Mede-se por uma nova visão de Deus, por uma compreensão que torna a caminhada diária, a aventura do dia a dia mais profunda com Deus na nossa vida, com Cristo no nosso coração, com o Espírito Santo segurando a nossa mão. O verdadeiro culto incomoda a nossa vida e o modo como temos vivido. Que falta em nossos dias em relação a essa reverência e temor a Deus? O que anda acontecendo em muitas igrejas evangélicas é mais programa de auditório que profundidade na palavra.
Mas há quem prefira o raso de uma religião infantil à profundidade do culto racional, do culto em espírito e do culto em verdade. E deste modo, quando o crente está com a sua vida apagada e cheia de desobediência, e de rebeldia e de pecado, o louvor não sai.

DEUS NOS CHAMA PARA QUE SEJAMOS INTERCESSORES
Oração é um fenômeno espiritual. Consiste numa queixa, num grito de angústia, num pedido de socorro. Consiste numa serena contemplação de Deus, princípio imanente e transcendente de todas as coisas.
A oração é um ato de amor e adoração para com Aquele a Quem se deve a vida. Ora-se como se ama, ou seja, com todo o nosso ser. Não há necessidade de eloqüência para que seja atendida. Foi o caso do cego Bartimeu, que ao ouvir que Jesus estava passando, exclamou “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim!” Mc 10.46ss). Ele só tinha o grito. Nada mais.
Oração é uma batalha. Para essa batalha, temos que vestir a armadura do crente (Ef 6.11). Nela, enfrentamos hostes espirituais, os poderes de Satanás. Oração é prestar atenção a Deus. Você tira tempo para falar com Ele, o Pai, e, também, para ouvi-Lo .
Grandes intercessores na Bíblia não escolhem lugar para orar: Agar orou no deserto (Gn 21.16); Moisés fez acabar uma rebelião com oração (Ex 15.24,25); Ana teve um filho como resposta à oração (1Sm 1.27,28); Samuel derrotou uma nação inimiga pela oração (1Sm 7.9,10); Gideão provou a vontade de Deus através da oração (Jz 6.39,40); Elias pela fé e oração venceu os profetas de Baal (1Rs 18.37,38); Davi pediu misericórdia (Sl 51.10ss); Salomão santificou a Casa de Deus pela oração (2Rs 20.1,2,5); Ezequias acrescentou anos à vida pela oração (2Cr 18.3); Josafá saiu de uma situação difícil pela oração ((2Cr 18.3); Daniel pediu auxílio pela oração (9.16); Esdras recebeu orientação divina porque orou (Ed 8.21,22); Zacarias viu o sonho de sua vida realizado pela oração (Lc 1.13).
Você pode ser intercessor em qualquer lugar: Ezequias orou na cama (2Rs 20.1); Jonas em alto mar (Jr 2.1); Jesus o fez no Calvário (Lc 23.34); Jairo, na rua (Lc 8.41); Pedro orou no terraço (At 10.9); Paulo e Silas estavam na prisão (At 16.25), e um criminoso não nomeado o fez nos seus últimos momentos de vida (Lc 23.42).
Ora-se como se ama: com todo o ser. Não há necessidade de eloqüência para ser atendido, já o dissemos. Pedro fez uma oração com três palavras (Mt 14.30); o publicano com sete palavras (Lc 18.13); Salomão fez uma longa oração na consagração do templo (2Cr 6.12-42).
Mas, como orar? A Bíblia é tão clara…
· Sem hipocrisia, exorta-nos Mateus 6.5. Hipocrisia é uma representação, uma peça de teatro; é faz-de-conta com extrema maldade (Mt 15.7,8).
· Secretamente, ensina Mateus 6.6. Isso corresponde, até, a ficar a sós com Deus mesmo na multidão.
· Com fé, atesta Hebreus (11.6).
· De modo definido como o declara Mateus 6.7,8 e Marcos 11.24.
· Com insistência, mesmo (Lc 18.1-7; Mt 15. 21.28).
· Com submissão fala Romanos 8.21, aguardando o que Deus quer fazer em nós.
· Com espírito de perdão, como expresso em Marcos 11.25,26.
· E, por fim, em nome de Jesus(Jo 14.14).
Muita oração deixa de ser atendida por falta desses importantes elementos ou pela presença de motivos indesejáveis. São orações estéreis pelo egoísmo, mentira, orgulho, falta de fé e de amor, teimosia e desobediência a Deus (Zc 7.12,13; Dt 1.45; Pv 28.9), Pecado (Sl 66.18; Is 59.2; 1.15; Mq 3.4; Sl 66.18), desarmonia no lar ((1Pe 3.7); vaidade (Jó 35.12,13), falta de perdão (Mt 6. 14,15), indiferença (Pv 1.28), amor próprio exaltado e maus objetivos (Tg 4.3).
De tudo isso, decorre que quem ora tem senso de incapacidade e insuficiência, compreende necessitar de ajuda extra e clama a Deus. Paulo disse “A nossa suficiência vem de Deus” (2Co 3.5), e Jesus exortou que “… sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5b). Quem ora tem fé (Hb 11.6). Se quer ser atendido, ore com fé (Mt 21.21,22; Jo 11.40).

DEUS NOS CHAMA PARA QUE SEJAMOS FACILITADORES (1Co 16.14)
Temos de Deus muito o que repassar aos outros: o evangelho deve ser repassado (Mt 28.19,20). Porque somos facilitadores do reino de Deus, o produto da vida cristã deve ser repassado (Ef 2.8ss), o fruto do Espírito deve ser repassado (Gl 5.22,23). O fruto do Espírito é um programa de vida a ser facilitado, repassado e posto em ação:
· AMOR (Cl 3.14). Deus é amor; o amor perdoa (1Co 13)
· ALEGRIA (Rm 14.17). Não são sorrisos; “Alegrai-vos no Senhor”; Cuidado com a confiança mal colocada (deve ser posta no Senhor);
· PAZ (Rm 12.18)
· PACIÊNCIA (Cl 3.12,13).Mesmo na provocação;
· BENIGNIDADE (Cl 3.12);
· BONDADE (Gl 6.10);
· FIDELIDADE (Pv 20.6)
· MANSIDÃO e
· DOMÍNIO PRÓPRIO (Pv 25.28)
Sobre o amor, lembremos que no evangelho há o amor de Deus por nós; o nosso amor por Deus; o nosso amor pelos outros.
Quanto ao amor de Deus por nós, conforme expresso em João 3.16; 1João 4.19. O que distingue o evangelho de qualquer outro sistema religioso, teológico ou filosófico é o verbo “dar”. Deus deu. Agostinho ensinou que “Deus ama a cada um de nós como se só houvesse um de nós para amar”.
Em relação ao nosso amor por Deus, amo realmente a Deus e a Cristo? Em João 21, há uma expressiva pergunta de Jesus: “Simão, filho de João [ponha seu nome e sobrenome], amas-me?” Como podemos ser facilitadores se perdemos o primeiro amor?
O terceiro tema é o nosso amor pelos outros. Ou colocamos em ação ou não somos facilitadores de coisa nenhuma.

CONCLUSÃO
Quem somos? Essa foi a pergunta proposta. Percebeu que responsabilidade temos? Adoradores, Intercessores e Facilitadores do reino de Deus. Como Ele é bom: elegeu-nos em Cristo, deu-nos uma comissão, sustenta-nos na obra, e espera que sejamos responsáveis. Dele dependemos; nEle esperamos.

 

Fonte: Apostila 01 – Curso de Teologia Bacharel FATEFINA – Introdução:

Estudo Teológico da Teologia dos Anjos Dividida em IV Partes em 10 Pagina!

QUEM SOMOS? ANJOS: UM SERVIÇO SECRETO MUITO ESPECIAL FACULDADE DE TEOLOGIA E FILOSOFIA NACIONAL – FATEFINA

Órgão de Educação Teológica da Federação Internacional das Igrejas e Pastores no Brasil ou FENIPE

LÍDERES SÃO TESTADOS

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ABRAÃO PAGA O PREÇO (Gn 22.1-18)

Você sabia que Deus aplica testes como medidas de progresso e fundamentos comprovadores a cada pessoa que ele chama para liderar? Gênesis 22 começa com um teste divino. Deus chama Abraão para subir ao monte Moriá e sacrificar seu querido filho. Se Abraão se dispusesse a entregar Isaque, Deus saberia que ele estava disposto a fazer qualquer coisa que ele lhe pedisse e, portanto, seria um candidato perfeito a tornar-se o pai do povo hebreu. Os testes de liderança diferem uns dos outros, mas todos eles têm algumas coisas em comum:

I. Líderes são testados em cada estágio de crescimento.
2.O alvo para os líderes é passar no teste.
3. Testes sempre antecedem a promoção.
4. Autopromoção ou promoção conferida por outros nunca pode substituir a promoção    divina.
5. A promoção requer sacrifício.

Enquanto a prova de Abraão prefigurou o que Deus pretendia fazer com o seu unigênito Filho milhares de anos mais tarde, ela também proporcionou um teste de liderança.

FONTE: Bíblia de Estudo Liderança Cristã.

Quais são as marcas do avivamento verdadeiro?

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Quais são as marcas do avivamento verdadeiro?

Artigo, Avivamento, Luiz Sayão

holy-ghost-revival-300x300Quais seriam as marcas do verdadeiro avivamento? Nem sempre é fácil defini-las sem cair numa lista meramente legalista. Ainda que o desafio seja grande, vale a pena tentar sinalizar algumas das marcas mais inequívocas. Conheça as principais marcas do avivamento verdadeiro:

Oração

É uma das maiores ênfases do Novo Testamento (1Ts 5.17). Tanto Jesus como os discípulos oravam com freqüência. Quando alguém crê em Deus, tal pessoa ora. A maior prova de incredulidade é a falta de oração. Sem oração, não há vida espiritual verdadeira. Deus deseja agir por meio de nossas orações. A oração muda as mais diversas situações. Todavia, não nos iludamos com a aparente dedicação à oração de certos grupos extremistas. Na verdade, muito do que é chamado de oração parece mais um repetir desconexo de palavras e sons que nada têm a ver com a oração bíblica.

Louvor e Gratidão

As experiências difíceis da vida muitas vezes tornam alguns cristãos aborrecidos e revoltados contra Deus. Por isso, o coração destes torna-se duro e insensível. Quando não temos disposição de agradecer a Deus por aquilo que ele é e pelo que ele tem feito, algo está errado. Passamos a acreditar que Deus não nos ama, ou que ele não está no controle da situação, conforme pensávamos. Muitos cristãos vivem esse drama de maneira oculta no coração. É preciso mudar tal atitude, com arrependimento, e ver pela fé que Deus mantém sua bênção sobre nossa vida. Quem está cheio de alegria e de gratidão é um verdadeiro “avivado” (At 13.52), pois consegue ver quem Deus é com os olhos da fé.

Arrependimento

Há duas possibilidades de viver a vida cristã. Uma é fazer de conta que estamos bem, escondendo os erros e conflitos no nosso mundo interior. Tal atitude gera a espiritualidade farisaica e perigosa, que pretender “vender” aos outros uma boa imagem de nós mesmos. A outra maneira é “deixar a luz de Deus entrar em nossas vidas”, reconhe-cendo nossa fragilidade e pecado, voltando constantemente, com humildade, ao trono da graça de Deus, arrependidos do que somos e do que fazemos. Isso deve fazer parte de nossa vida diária. Há uma espiritualidade religiosa neurótica hoje muito diferente desse arrepen-dimento humilde. Sempre que quisermos mostrar aos outros o que não somos agimos com hipocrisia. Examinemos o coração, cheguemos ao arrependimento e à mudança de atitude.

Comunhão com os Outros

A espiritualidade falsa é egocêntrica e sectarista. Já a marca do cristão é o amor. Quem não ama seu irmão não é cristão (1Jo 3.15). Não seremos mais es-pirituais por estarmos afastados dos mais “pecadores”, pelo contrário, nossa espiritualidade se mostrará verdadeira quando estivermos dispostos a conviver com quem não pode retri-buir o bem que lhe fazemos. Aquele que conversa com uma criança e que dá atenção ao pobre e ao ignorante é de fato espiritual. Há muita gente que jejua, ora, lê a Bíblia, mas que evita certas pessoas e não fala com determinado irmão. Por causa de nosso egoísmo, sem-pre procuramos ser amigos de pessoas que podem nos recompensar de alguma forma; a espiritualidade verdadeira não tem segundos interesses e procura comunhão com todo tipo de pessoa. Um cristão espiritual consegue superar as diferenças culturais, sociais, raciais, que o separam de seu irmão na fé. Aquilo que nos une deve ser mais forte do que aquilo que nos separa!

Disposição para perdoar

Nada é mais difícil do que perdoar. Todavia, o sinal de que o poder de Deus está em nossa vida pode ser visto na disposição de perdoar. Somente quando praticamos o perdão, estaremos imitando a Cristo e seguindo os passos dos cristãos da igre-ja primitiva (veja o caso de Estêvão em At 7.59-60). O mundo sem Deus acredita no poder da força e da violência, o cristão crê no poder constrangedor do amor perdoador. Devemos enfatizar as palavras de Jesus, no final da oração do Pai Nosso: Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas. (Mt 6.14,15).

Interesse pelas Escrituras

A Bíblia é a Palavra de Deus. E como palavra divina é a fonte de orientação. Todavia, muitos membros de igreja têm demonstrado pouco interesse pelas Escrituras. Alguns, depois de anos na igreja, pouco sabem do livro de Deus. Outros até aprendem algo, mas isso não lhes chega ao coração. A atuação do Espírito deve produzir uma atitude de meditação e de aprofundamento na mensagem das Escrituras. O conhecimento bíblico sem a disposição de obedecer a Deus pode trazer ainda mais malefícios, pois tal conhecimento torna-se uma arma de auto-defesa. Sem a humildade trazida pelo Espírito, não conheceremos as Escrituras como devem ser conhecidas.

Obediência

Dizemos que somos servos de Deus, mas muitos cristãos são donos de suas próprias vidas e agem como se fossem os senhores. Há muita gente que pensa que, estando já salva, pode levar a vida espiritual de qualquer jeito. É como um time classificado que jo-ga pelo empate! Se não temos mais a disposição sincera de querer obedecer o que Deus ordena, ainda que soframos prejuízo com isso, não estamos agindo como cristãos. Quem não pretende mais obedecer a Deus está “jogando sujo” na vida espiritual e tem pecados ocultos em sua vida.

Mundanismo

Milhares de cristãos gastam mais tempo vendo televisão, passeando e divertindo-se do que usando o seu tempo com coisas que edificam. Na verdade, o mundanismo não está apenas nas novelas e nos programas imorais ou nas danceterias e barzinhos. Se nosso coração não ama mais a Deus, transformamos a vida cristã e da igreja em “mundo”. Nossas orações serão frias e demonstrarão palavras para os outros, nosso trabalho na igreja será apenas uma posição de honra perante os outros; tudo o que fizermos será baseado na concupiscência da carne, dos olhos e na soberba da vida. Ser mundano é não ver as coisas conforme Deus, tendo apenas essa vida como horizonte de nossos interesses. Deus nos dê cristãos que tenham a visão do Pai.

Disposição para o auto-sacrifício

Quem quiser ganhar a vida irá perdê-la, mas quem perde a vida por amor a Jesus vai achá-la novamente. (Mt 16.24,25). A fé cristã proclama a graça de Deus, que se entregou por amor em nosso favor. Nada é mais comovente. Se o poder do Espírito age em nós, devemos desenvolver a mesma disposição. Cada cristão deve fazer o seu “plano de morte”. Como gastarei minha vida de modo útil, em favor daqueles que Deus tanto ama. É claro que isso é muito difícil e que fere nosso egoísmo. Vivemos em dias quando o interesse pelo que é passageiro e fútil domina a sociedade. Mas, só faremos diferença na sociedade se estivermos dispostos a perder em favor dos outros. Sejamos imitadores de Cristo.

Evangelização e Missões

Muitas igrejas de hoje tornaram-se refúgio para os cristãos não se envolverem com os maus desse mundo. Todavia a igreja não existe para si, nem para dar conforto aos cristãos, com um “ambiente saudável”. A igreja deve cumprir seu papel de proclamar a mensagem de salvação. Toda igreja “avivada” está preocupada com o cres-cimento do reino de Deus. Sempre que o salmista tinha uma grande experiência com Deus, que o levava conhecer mais profundamente a Deus, logo começava a convidar a todos a louvar e a conhecer a Deus. Quem está espiritualmente saudável deseja compartilhar sobre Deus e sua graça com os outros. Deus nos dê um coração cheio de amor pelos perdidos.

Luiz Sayão.

FONTE: SITE Igreja Batista Nações Unidas

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SETE VIRTUDES DO VENCEDOR

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Sete Virtudes do Vencedor
Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Subamos animosamente e possuamo-la em herança; porque, certamente, prevaleceremos contra ela.- Números 13:30

JOSUE 14-1-15
1) SEPARAÇÃO – NUMEROS 14.24
a) Deuteronômio 1.36 salvo Calebe, filho de Jefoné; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos; porquanto perseverou em seguir ao SENHOR

2) PERSEVERANÇA-NUMEROS 14-24
A) Deuteronômio 1 .36 salvo Calebe, filho de Jefoné; ele a verá, e a terra que pisou darei a ele e a seus filhos; porquanto perseverou em seguir ao SENHOR
B) E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele que perseverar até ao fim será salvo.-Mateus 10:22

3) CORAGEM- NUMEROS 13-30
A. Se te mostrares frouxo no dia da angústia, a tua força será pequena.- Provérbios 24:10

4) PRONTIDÃO-NUMEROS 13-30
A) Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.- Eclesiastes 9:8

5) CONFIANÇA-NUMEROS 13-30
A) Em Deus tenho posto a minha confiança; não temerei o que me possa fazer o homem. – Salmos 56:11

6) PACIENTE NA PERSEGUIÇÃO-NUMEROS 14.10 (26-45)
A) bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra
vós, por minha causa.- Mateus 5:11

7) APODERAR-SE DA BENÇÃO-NUMEROS 14-24-JOSUE 14 1-15
A. Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua semente a possuirá em herança.-Nm 14:24
B. Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo;- Romanos 5:1
C. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam. 1 Coríntios 2:9
D. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.- Filipenses 4:8

Pastor Ricardo Alexandre Pereira  – Bauru/SP

FONTE: Blog, Facebook Pastor Ricardo Alexandre Pereira.

A LEITURA DA BÍBLIA

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A LEITURA DA BÍBLIA

A leitura do Livro de Deus produz os mais extraordinários efeitos na vida dos homens, não só de crentes como também de não crentes:

1. Regenera. – Tia. 1:18.
2. Vivifica. – Sal. 119:50.
3. Ilumina. – Sal. 119:130.
4. Purifica. – Sal. 119:9.
5. Dá sabedoria. – Sal. 119:98.
6. Santifica. – João 17:17.
7. Produz fé. – João 20:31.
8. Produz esperança.
9. Limpa o coração. – João 15:3; Ef. 5:26.
10. Endireita os caminhos. – Sal. 119:104.
11. Desvia-nos dos caminhos perigosos. – Sal. 119:101.
12. Mantém a vida.
13. Promove o aumento da graça.
14. Edifica na fé. – At. 20:32.
15. Admoesta. – Sal. 18:12.
16. Conforta. – Sal. 118:9.
17. Livra-nos do pecado. – Sal. 118:9.

Pastor Ricardo Alexandre Pereira  – Bauru/SP

FONTE: Blog, Facebook Pastor Ricardo Alexandre Pereira.